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A REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA

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Revolu-ção Constitucionalista site

Em 1930, através de um golpe de estado, Getúlio Vargas depôs o presidente Washington Luís do poder e se proclamou presidente da República. Naquele ano,  Júlio Prestes, indicado por Washington Luís para concorrer como seu sucessor, obteve 91% dos votos válidos do eleitorado paulista. Um dos primeiros atos de Getulio foi nomear um interventor que não era de São Paulo para governar o estado. Esta desobediência à Constituição republicana de 1981 levou a população paulista a organizar um movimento armado e este culminou na Revolução Constitucionalista de 1932.

O início do conflito foi quando quatro jovens – Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo – foram mortos como mártires pela forças de Getulio Vargas. Este ato formou a sigla MMDC e culminou com a epopéia de 9 de julho de 1932, data simbólica do movimento. O bravo povo paulista empunhou armas em defesa da restauração da democracia no Brasil

A marcha (francesa) PARIS-BELFORT despertava no coração da gente paulista aquela chama interior que conclamava, com intensidade sempre crescente,  a lutar em prol do nosso País! Para os paulistas, NÃO havia honra maior do que servir ao Brasil, ainda que se expondo ao sacrifício supremo de morrer lutando por um dos mais nobres ideais! A juventude paulista foi solidária nesse sonho e nesse gesto! O reconhecimento de seu sacrifício está hoje gravado com letras de fogo que eternizam, para sempre, nas palavras de Guilherme de Almeida (embora também atribuídas ao jornalista de Espírito Santo do Pinhal, Antonio Benedicto Machado Florence), o alto significado do chamado à luta: “Viveram pouco para morrer bem/Morreram jovens para viver sempre”!

É preciso jamais esquecer o esforço e o sacrifício desassombrados dos paulistas em sua luta  pela redemocratização de nosso País! A sua memória deve ser honrada a cada momento, especialmente no dia 9 de julho, que assinala a eclosão do movimento revolucionário, “data magna do Estado de S. Paulo”, em que se comemora o Dia da Revolução Constitucionalista (Lei estadual n. 9.497/1997)!

Vale rememorar que o Brasão de Armas do Estado de S. Paulo, instituído em 1932 pelo Decreto estadual n. 5.656, editado pelo Governador Pedro de Toledo, abolido pela Ditadura Vargas e restabelecido com a queda do Estado Novo (Lei estadual n. 145/1948), POSSUI, como lema, a seguinte inscrição, epítome do espírito e  do profundo respeito do povo paulista pela nossa Pátria: “PRO BRASILIA, FIANT EXIMIA” (“Pelo Brasil, façam-se as melhores coisas” ou “Pelo Brasil, faça-se o melhor”) !

 

 

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