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MORTE DE PEIXES NOS RIOS SOROCABA E SARAPUÍ TÊM MÚLTIPLAS CAUSAS

outubro 16, 2020

No fim de semana do feriado prolongado (12 de outubro),  centenas de peixes de várias espécies foram encontrados mortos por moradores nas margens dos rios Sorocaba e Sarapuí. O problema de poluição no estado de São Paulo é de competência da CETESB, com a obrigação de averiguar todos os focos de poluição de mananciais da região.

O número de peixes mortos chama a atenção porque a quantidade impressiona. Quando se fala em centenas, pelo que consta em imagens da TV regional pode se transformar em milhares. A morte dos peixes nestes dois mananciais é preocupante. Cerquilho, Laranjal Paulista, Boituva, Iperó e Tatuí abastecem seus moradores com a água captada nos rios Sorocaba e Sarapuí.

O Jornal Integração entrou em contato com ambientalistas da região. Seus relatos aterrorizam e a situação é muito mais grave do que se imagina. Um problema apontado é a conexão com o Rio Pirajibu, uma verdadeira fonte de esgoto humano proveniente de Mairinque, Alumínio e Itu. O  Pirajibu é afluente do rio Sorocaba, nasce em Alumínio, passa por Mairinque, contorna Itu e desemboca em Sorocaba. Segundo consta,  desde 2017 era para funciona a ETE na cidade de Mairinque. Um ambientalista informa que prorrogaram para 2020 e, no dia 5 de outubro, anunciaram que será inaugurada em 2021, para tratar apenas 40%. Ao dar esta informação desabafa a este semanário que “esta situação é lamentável”.

 Outro problema apontado são  indicações de fluoreto em níveis acima de 0.6 no Rio Sorocaba, limite sugerido para água tratável para uso humano. Acrescenta-se os dias com calor acima do normal para a primavera,  cinzas de queimadas, levadas pelas chuvas recentes aos leitos dos rios, tudo contribui para a morte dos peixes. Sem contar com uma  suposta poluição  através de bauxita para processamento do alumínio

Um integrante do grupo que debatia com o Jornal Integração, de forma irônica, disse que desta vez “passou a boiada” na região. E complementa: “altas temperaturas, baixa vazões dos rios, concentração de poluentes, especialmente os nutrientes, é uma bomba para a qualidade da água e ecossistemas. Mas, como nada disso é novidade, quais as medidas que estão sendo tomadas, efetivamente?, questiona. Imagem da TV Tem.

Destaques da edição de 17-10-2020

outubro 15, 2020

MORTE DE PEIXES NO SOROCABA E SARAPUÍ COM MÚLTIPLAS CAUSAS

FOLHA DE S. PAULO DEDICA PÁGINA À VIDA DE CELSINHO EM TATUÍ

EM SETE DIAS MAIS 79 CASOS DE COVID-19 EM TATUÍ

A DEUSA TÊMIS MORRE DE RIR – GAUDÊNCIO TORQUATO

DESTAQUE – DISCURSO DE DESPEDIDA DO MINISTRO CELSO

RIR EM TEMPO DE PANDEMIA – JARBAS SOBRAL NETO

FALECIMENTOS

CONSERVATÓRIO ORGANIZA EVENTOS VIRTUAIS

ROTARY APOIA COMBATE A PÓLIO

BISPO AUTORIZA MAIOR PRESENÇAS NAS IGREJAS

TATUÍ  E SUA HISTÓRIA – MARÇO DE 1935

COLUNA GENTE/POST

INTEGRAÇÃO NAS EMPRESAS

COLUNA DE ESPORTES

CLASSIFICADOS

COLUNA POLICIAL

PALAVRAS CRUZADAS

JUIZA DETERMINA SUPOSTO ABUSO DE AUTORIDADE EM PRISÃO

TATUÍ PASSA PARA A FASE VERDE DE PLANO DA COVID-19

AUXILIAR VENCE COVID-19 APÓS UM MÊS INTERNADO

NOVELAS

CANAL 1 – NOTAS DE TV POR FLÁVIO RICCO

MATÉRIAS OFICIAIS

(Leis, Decretos e Atos da Prefeitura de Tatuí, edital do Fórum da Comarca e editais de casamentos do Cartório de Registro Civil de Tatuí).

ANUNCIE NO JORNAL INTEGRAÇÃO – E-MAIL redacao@jornalintegracao.com .br �PT�S�Z

Destaques da edição de 10-10-2020

outubro 15, 2020

CÂMARA APLAUDE 31 ANOS DO MINISTRO CELSO NO STF

SANTUÁRIO COMEMORA DIA DA PADROEIRA DO BRASIL

OUTUBRO ROSA TEM DIA D DE EXAMES

ALUNO DO CONSERVATÓRIO VENCE PRÊMIO INTERNACIONAL

99 CASOS DE COVI-19 EM SETE DIAS

TEATRO POLÍTICO DE PEQUENA AUDIÊNCIA – GAUDÊNCIO TORQUATO

DESTAQUES

TATUÍ E SUA HISTÓRIA – FEVEREIRO DE 1935

FALECIMENTOS

REQUERIMENTOS PEDEM COMBATE A PERNILONGOS

PREFEITURA INAUGURA UNIDADE DE SÁUDE NO JARDINS DE TATUI

SINFONIA DE AMOR EM NOVOS CANAIS DE TRANSMISSÃO

PROJETO ABRE CRÉDITOS ADICIONAIS PARA RECAPEAR RUAS

DECRETO AUTORIZA REABERTURA DE SALÕES DE FESTAS

OFICINA VIRTUAL NO TEATRO A BORDO

RIR EM TEMPO DE PANDEMIA – JARBAS SOBRAL NETO

COLUNA POLICIAL

PALAVRAS CRUZADAS

COLUNA DE ESPORTES

CLASSIFICADOS

NOVELAS

CANAL 1 –NOTAS DE TV POR FLÁVIO RICCO

COLUNA GENTE/POST

MATÉRIAS OFICIAIS

(Editais da Prefeitura de Tatuí editais de casamentos do Cartório de Registro Civil de Tatuí).

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ULTIMA DECISÃO – Celso de Mello nega depoimento por escrito ao presidente Bolsonaro

outubro 8, 2020

O ministro Celso de Mello, em sua última decisão no Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), negou ao presidente Jair Bolsonaro o seu depoimento por escrito. Para o ministro, como ele figura como investigado no Inquérito 4831 AgR/DF, é inadmissível a pretensão do presidente da República porque esta medida só é concedida aos Chefes dos Três Poderes da República quando arrolados como testemunhas ou vítimas. jamais, porém, quando figurarem como pessoas investigadas em procedimento criminal. Abaixo a concllusão  do voto do Ministro Celso de Mello, em 64 páginas>:

“08. CONCLUSÃO: o Senhor Presidente da República, por ostentar a condição de investigado, não dispõe de qualquer das prerrogativas (próprias e exclusivas de quem apenas figure como testemunha ou vítima) a que se refere o art. 221, “caput” e § 1º, do CPP, a significar que a inquirição do Chefe de Estado, no caso ora em exame, deverá observar o procedimento normal de interrogatório (CPP, art. 6º, inciso V, c/c o art. 185 e seguintes), respeitando-se, em consequência, tanto o comparecimento pessoal quanto a necessária relação de direta imediatidade com a autoridade competente (a Polícia Federal, na espécie), conferindo-se, desse modo, efetividade ao princípio da oralidade, sem prejuízo da possibilidade de o Senhor Sérgio Fernando Moro, por intermédio de seus Advogados, exercer, querendo, o direito de participar do ato de interrogatório do Presidente da República e de dirigir-lhe reperguntas (HC 94.016/SP, Rel. Min. CELSO DE MELLO)

 Desse modo, e em face das razões expostas, o Senhor Presidente da República – que, nesta causa, possui a condição de investigado – deverá ser inquirido sem a prerrogativa que o art. 221, § 1º, do CPP confere, com exclusividade, apenas aos Chefes dos Poderes da República, quando forem arrolados como testemunhas e/ou como vítimas (e não quando figurarem como investigados ou réus), a significar que a inquirição do Chefe de Estado, no caso ora em exame, deverá observar o procedimento normal de interrogatório (CPP, art. 6º, inciso V, c/c o art. 185 e seguintes), respeitando-se, em consequência, mediante comparecimento pessoal e em relação de direta imediatidade com a autoridade interrogante (a autoridade policial federal, na espécie), o princípio da oralidade, assegurando-se aoSenhor Sérgio Fernando Moro, por intermédio de seus Advogados, o direito de participar, querendo, do ato de interrogatório e de formular reperguntas ao seu coinvestigado (HC 94.016/SP, Rel. Min. CELSO DE MELLO, v.g.).

Sendo assim, nego provimento ao presente recurso de agravo interno, mantendo, integralmente, por suas próprias razões, a decisão ora agravada.

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Destaques da edição de 3-10-2020

outubro 2, 2020

MINISTRO TATUIANO DEIXA O STF DIA 13 DE OUTUBRO

SANTA CASA ADQUIRE APARELHO DE VIDEOLAPAROSCOPIA

COVID-19 REGISTRA 142 CASOS POSITIVOS EM SETE DIAS

A SECA NA SEARA DOS VALORES – GAUDÊNCIO TORQUATO

DESTAQUES

TATUÍ E SUA HISTÓRIA – FATOS DE FEVEREIRO DE 1935

FALECIMENTOS

CONSERVATÓRIO LANÇA MINISSÉRIE RADIOFÔNICA

PROJETO GARANTE AUXÍLIO AO SETOR ARTÍSTICO DE TATUÍ

CANDIDATO DESISTE DE DISPUTAR PREFEITURA

RIR EM TEMPO DE PANDEMIA – JARBAS SOBRAL NETO

COLUNA GENTE (POST)

INTEGRAÇÃO NAS EMPRESAS

COLUNA DE ESPORTES

CLASSIFICADOS

COLUNA POLICIAL

PALAVRAS CRUZADAS

NOVELAS

CANAL 1 – NOTAS DE TV POR FLÁVIO RICCO

MATÉRIAS OFICIAIS

(Leis, decretos, portarias e Cadastro Municipal da Cultura da Prefeitura de Tatuí, editais de casamentos do Cartório de Registro Civil de Tatuí). _key”:”�a�>V�

MORO PODE IMPUGNAR BOLSONARO DE RESPONDER POR ESCRITO, DECIDE CELSO DE MELLO

setembro 29, 2020

Em decisão prolatada há poucos instantes, nesta terça-feira (29), o ministro Celso de Mello (STF) desautorizou decisão do ministro Marco Aurélio Mello e permitiu que Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça,  no prazo de cinco dias, através de seus advogados, por figurar como coinvestigado, ter o direito de formular perguntas ao outro investigado (Jair Bolsonaro), como  reconhece a jurisprudência constitucional do Supremo Tribunal Federal. Depois da manifestação de Moro, o ministro alerta que “a inclusão em pauta desse feito em Plenário, pelo sistema de videoconferência, está sujeita à deliberação do Presidente do Supremo Tribunal Federal, que detém, nessa matéria, amplo poder de agenda”.

Em sua decisão, o ministro Celso  de Mello afirma que “elevada consideração da Presidência desta Corte Suprema, tendo em vista a inclusão em pauta, para julgamento virtual na Sessão de 02/10/2020 a 09/10/2020, do Inq 4.831-AgR/DF, de que sou Relator, motivada por ato do Senhor Ministro MARCO AURÉLIO, que, atuando na condição de substituto regimental, não poderia – e o afirmo com máxima e respeitosa vênia – ter procedido como o fez, pautando, desde logo, o exame do agravo interno deduzido nesse procedimento investigatório, apresentando proposta de ementa, elaborando relatório e formulando o primeiro voto no caso mencionado, embora ausente, para esse específico efeito, previsão regimental permissiva de tal comportamento processual, eis que inexistente, na espécie, situação configuradora de urgência, cuja caracterização, caso ocorrente, permitir-lhe-ia invocar, de modo válido e legítimo, a cláusula inscrita no art. 38, I, do RISTF, que somente autoriza, e sempre em caráter excepcional, a atuação do substituto do Relator licenciado, “quando se tratar [unicamente] de deliberação sobre medida urgente.

Vê-se, portanto, que o ilustre substituto regimental em questão, por revelar-se inocorrente qualquer hipótese que exigisse, na espécie, “deliberação sobre medida urgente” (RISTF, art. 38, I), agiu, segundo penso, “ultra vires” – e aqui, novamente, peço respeitosa licença ao eminente Ministro Marco Aurélio –, pois o ato que Sua Excelência praticou o foi sem que se registrasse, quanto a ele – cabe insistir –, situação de necessidade que justificasse a adoção “de deliberação sobre medida urgente”.

Assinalo, para efeito de mero registro, que, caso houvesse situação efetivamente emergencial, como, p. ex., a possibilidade de consumação da prescrição penal (situação de todo inocorrente no caso), poder-se-ia justificar, até mesmo, a providência extraordinária da redistribuição a que alude o RISTF (art. 68, “caput” e seu § 1º): “Art. 68. Em ‘habeas corpus’, mandado de segurança, reclamação, extradição, conflitos de jurisdição e de atribuições, diante de risco grave de perecimento de direito ou na hipótese de a prescrição da pretensão punitiva ocorrer nos seis meses seguintes ao início da licença, ausência ou vacância, poderá o Presidente determinar a redistribuição, se o requerer o interessado ou o Ministério Público, quando o Relator estiver licenciado, ausente ou o cargo estiver vago por mais de trinta dias.

Em tal situação, e uma vez efetivada a redistribuição, o novo Ministro passaria a dispor de todos os poderes inerentes à relatoria do feito, podendo, então, exercer, em plenitude, todas as atribuições do Relator, e não apenas aquela estrita e exclusivamente outorgada ao substituto regimental, a quem somente incumbe deliberar “sobre medida urgente”, uma vez constatada a sua real ocorrência. Tal, porém, não se faz necessário na espécie ora em exame, eis que inocorrente qualquer das hipóteses referidas no art. 68, “caput”, e seu § 1º, do RISTF

Desse modo, por não se justificar a medida tomada pelo ilustre substituto regimental (sequer havia, nos termos do art. 38, I, “in fine”, do RISTF, situação de necessidade autorizadora da adoção “de deliberação sobre medida urgente”), e tendo em vista a resolução do eminente Senhor Ministro-Presidente do Supremo Tribunal Federal que determinou o retorno dos autos do Inq 4.831-AgR/DF “ao relator natural, para as providências que entender cabíveis”, excluo da pauta referente à sessão virtual de 02/10/2020 a 09/10/2020, na condição de Relator do feito, o Inq 4.831-AgR/DF, para que, avaliando os elementos constantes dos autos, bem assim a sua regularidade procedimental, possa proceder de acordo com o art. 21-B do RISTF (julgamento plenário, de caráter presencial, pelo sistema de videoconferência) ou determinar, ainda, como efetivamente ora o faço, medida que permita ao Senhor Sérgio Fernando Moro, ex-Ministro da Justiça e Segurança Pública, a possibilidade de, querendo, manifestar-se, no prazo de 05 (cinco) dias, sobre o agravo interno interposto pelo Senhor Presidente da República.

A intimação do Senhor Sérgio Moro, na pessoa dos seus ilustres Advogados, deve-se ao fato de o ex-Ministro da Justiça, por figurar como coinvestigado, ter o direito de formular perguntas ao outro investigado, como o reconhece a jurisprudência constitucional do Supremo Tribunal Federal (HC 94.601/CE, Rel. Min. CELSO DE MELLO – HC 96.327/RJ, Rel. Min. EROS GRAU, v.g.):


POSSIBILIDADE JURÍDICA DE UM DOS LITISCONSORTES PENAIS PASSIVOS, INVOCANDO A GARANTIA DO ‘DUE PROCESS OF LAW’, VER ASSEGURADO O SEU DIREITO DE FORMULAR REPERGUNTAS AOS CORRÉUS NO RESPECTIVO INTERROGATÓRIO JUDICIAL”

Em uma palavra: o substituto regimental não tem (nem pode ter) mais poderes, na condução do feito, do que aqueles incluídos na esfera de competência do Relator natural (RISTF, art. 21, I), pois se, ao contrário, fosse possível reconhecer ao Ministro substituto do Relator da causa uma gama mais extensa de atribuições e de prerrogativas que aquela única outorgada ao substituto (RISTF, art. 38, I), a inclusão do feito em pauta pelo substituto regimental tornar-se-ia, anomalamente, um ato processual intangível e imodificável por parte do Relator natural (que não pode ser destituído do seu poder de inclusão / exclusão do feito em pauta), o que, decididamente, não teria sentido nem cabimento. Sendo assim, e pelas razões ora expostas, determino a exclusão de pauta do Plenário Virtual do Inq 4.831-AgR/DF, de que sou Relator, facultada ao Senhor Sérgio Fernando Moro, que é coinvestigado, a possibilidade de, querendo, como acima já destacado, oferecer, no prazo de 05 (cinco) dias, por intermédio de seus ilustres Advogados, contrarrazões ao agravo interno deduzido pelo Presidente da República.

MINISTRO TATUIANO DEIXA O STF DIA 13 DE OUTUBRO

setembro 26, 2020

Dia 22 de setembro, o ministro Celso de Mello encaminhou ao presidente Luiz Fux (STF) e ao presidente da República seu pedido voluntário de aposentadoria para ser oficializado no  dia 13 de outubro,  do  cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Com essa medida, ele antecipa sua saída da Suprema Corte, que poderia ocorrer dia 1º de novembro, quando completa 75 anos.

Nesta sexta-feira (25), o ministro conversou com o editor do Jornal Integração e disse que adianta sua aposentadoria por recomendação médica. Ele refuta os boatos de que estaria se aposentando por invalidez para não recolher Imposto de Renda. Ele enfatiza que é de caráter voluntário e que essas pessoas que espalham os boatos desconhecem que a aposentadoria por invalidez não comporta esse suposto benefício (isenção de I.R,).

O pedido estava em regime de sigilo no Supremo Tribunal Federal. Após vazar a informação, o ministro Celso de Mello afirma  estar  feliz com as manifestações que recebe da comunidade jurídica brasileira. Na noite desta quinta-feira, o Jornal da Globo traçou um perfil da atuação do ministro Celso de Mello e exalta seu legado jurídico  para o País.  As principais publicações jornalísticas e jurídicas nacionais elogiam sua atuação por 31 anos na Suprema Corte e citam decisões históricas. A obrigatoriedade de o Poder Público municipal  oferecer vagas em pré-escolas para todas as crianças brasileiras, fornecimento gratuito de remédios de alta complexidade às pessoas acometidas por moléstias graves,  criminalização da homofobia, defesa  da liberdade de imprensa e da livre expressão, direito das minorias e tantas outras decisões, às vezes até contrarias à opinião pública, são citados como posicionamentos firmes e coerentes com a Carta Magna e que reforçam os pilares da democracia e a liberdade do povo brasileiro. Quando  houve recentes ataques ao regime democrático e às instituições, a voz do ministro não se calou. Com veemência, repudiou os pensamentos totalitários e as ideias escusas que ameaçam a liberdade do povo brasileiro.

No longínquo agosto de 1989, quando de sua posse no Supremo Tribunal Federal, o Jornal Integração publicou em manchete uma frase. E, em sua despedida, repetimos, ainda com maior vigor: ” BRAVO, CELSINHO ! ”.

NOTA OFICIAL DO GABINETE DO MINISTRO CELSO DE MELLO

Cumpre esclarecer que o Ministro Celso de Mello requereu aposentadoria voluntária após 52 anos de serviço público (Ministério Público paulista + STF), e não aposentadoria por invalidez, como divulgado, por equívoco, por alguns meios de comunicação. Cabe também enfatizar que essa aposentadoria, de caráter voluntário, ao contrário do que sugerido por blogs e outros meios de comunicação, não tem qualquer relação com alegadas “divergências internas” no Supremo Tribunal Federal, muito menos com o andamento do Inquérito 4.831/DF, que envolve o Presidente Bolsonaro e o ex-Ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro.

Um mero cotejo de datas basta para demonstrar esse aspecto de ordem temporal, eis que a chegada da promoção do Procurador-Geral da República na Secretaria Judiciária do STF e a posterior inclusão do feito (recurso de agravo no Inq 4.831/DF) em pauta pelo Ministro Marco Aurélio, para julgamento virtual, ocorreram em 23/09/2020, sendo certo, de outro lado, que os requerimentos de aposentadoria dirigidos ao Presidente do Supremo Tribunal Federal e ao Presidente da República, embora já elaborados no dia 21/09/2020, foram assinados pelo Ministro Celso de Mello em 22/09/2020 (cópias abaixo).

Gabinete do Ministro Celso de Mello

Excelentíssimo Senhor Ministro LUIZ FUX,

eminente Presidente do Supremo Tribunal Federal

JOSÉ CELSO DE MELLO FILHO, Ministro do Supremo Tribunal Federal, por haver completado os requisitos necessários, requer a Vossa Excelência seja processado e encaminhado ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República o pedido de concessão de sua aposentadoria voluntária em referido cargo, nos termos do disposto no art. 3º da Emenda Constitucional nº 47, de 5 de julho de 2005, observado o que prescreve o art. 3º da Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019, respeitando-se, em consequência, “os critérios da legislação vigente na data em que foram atendidos [pelo ora requerente] os requisitos para a concessão da aposentadoria (…)”. Ressalto, finalmente, que solicitei ao Senhor Presidente da República, uma vez regularmente publicado o ato concessivo de aposentadoria voluntária, seja este tornado efetivo a partir do dia 13/10/2020, inclusive.

Brasília, 22 de setembro de 2020.

 ________________________________ JOSÉ CELSO DE MELLO FILHO

Excelentíssimo Senhor Presidente da República

JOSÉ CELSO DE MELLO FILHO, Ministro do Supremo Tribunal Federal, havendo completado os requisitos necessários, requer se digne Vossa Excelência conceder-lhe aposentadoria voluntária em referido cargo, nos termos do disposto no art. 3º da Emenda Constitucional nº 47, de 5 de julho de 2005, observado o que prescreve o art. 3º da Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019, respeitando-se, em consequência, “os critérios da legislação vigente na data em que foram atendidos [pelo ora requerente] os requisitos para a concessão da aposentadoria (…)”. Requer-se, finalmente, que o ato concessivo de aposentadoria voluntária, uma vez regularmente publicado, seja tornado efetivo a partir do dia 13/10/2020, inclusive.

 Brasília, 22 de setembro de 2020.

 ________________________________ JOSÉ CELSO DE MELLO FILHO

FUNCIONAMENTO DE HEMODIÁLISE DEPENDE DE CREDENCIAMENTO

setembro 24, 2020

Na segunda-feira (14), a Câmara Municipal aprovou requerimento do vereador Antonio Marcos de Abreu, pedindo que se oficie a “Clínica Nefrotat Cuidados Renais Ltda.”, para que informe ao Poder Legislativo como está a situação da clínica de hemodiálise “e o que falta para a mesma começar a atender pacientes que necessitam dessa terapia”. No mês de março, antes da chegada da pandemia, um grupo de parlamentares visitou as instalações do centro de hemodiálise, edificado com investimentos do médico nefrologista Alcyr Weller Ferrari. A clínica – localizada na Rua Air Gonçalves da Rocha, no Residencial Guedes – aguarda os credenciamentos junto aos órgãos de saúde, para que possa funcionar e oferecer tratamento renal.

            É importante credenciar a clínica o mais breve possível, já que Tatuí não possui centro especializado para atender pacientes com problemas renais, e por isso, estes necessitam viajar semanalmente a outras cidades, algumas distantes, para passar pelo tratamento de hemodiálise, longe de casa e dos familiares. O médico Alcyr Ferrari informou há alguns dias ao vereador Antonio Marcos que já providencia a documentação que irá viabilizar o processo de credenciamento junto ao Ministério da Saúde e este permitirá o atendimento de pacientes de Tatuí e região. O médico disse também que já apresentou documentações à Prefeitura Municipal.

            Quando entrar em funcionamento, a clínica deverá se tornar referência nacional no tratamento de hemodiálise e diálise peritoneal. Além das salas clínicas e administrativas, foi edificado no local um espaço que funcionará como centro de convivência, espaço para cursos e cozinha experimental, para utilização dos pacientes e familiares. A sala de estação de tratamento e purificação da água que será usada nos tratamentos de hemodiálise é dotada de equipamentos de última geração e funcionará de forma ininterrupta, 24 horas por dia. No caso de queda de energia elétrica, um moderno gerador entrará em funcionamento, para garantir a continuidade e a qualidade do tratamento. De acordo com o dr. Alcyr, o tratamento ali será “humanizado” e irá buscar a integração e socialização dos pacientes. ��C�qh�cK

Destaques da edição de 27-9-2020

setembro 24, 2020

FUNCIONAMENTO DA HEMOLIÁSE DEPENDE DE CREDENCIAMENTO

INDÚSTRIA DE PRODUTO TEXTIL DEVE SE INSTALAR EM TATUÍ

COVID-19 – TATUÍ REGISTRA 264 CASOS EM SETE DIAS

PAINEL AUXILI MUNICÍPIOS NO COMBATE À PANDEMIA

DESDEMOCRATICRATIZAÇÃO – GAUDÊNCIO TORQUATO

DESTAQUES

FALECIMENTOS

TATUÍ E SUA HISTÓRIA – FEVEREIRO DE 1935

CÂMARA MANTÉM VETO DE EQUIPAMENTOS EM HIDRÔMETROS

VEREADOR PEDE MANUTENÇÃO DA CASA DA AGRICULTURA

SANTUÁRIO ACEITA DOAÇÃO PARA QUERMESSE DE SÃO JUDAS TADEU

REUNIÃO VIRTUAL DISCUTE FOMENTO AO TURISMO

PROJETO APRESENTA VÍDEO SOBRE TATUÍ

COLUNA POLICIAL

PALAVRAS CRUZADAS

COLUNA DE ESPORTES

CLASSIFICADOS

NOVELAS

CANAL 1 – NOTAS DE TV POR FLÁVIO RICCO

COLUNA GENTE

MATÉRIAS OFICIAIS

(Relatório de Gestão Fiscal, Atos, Decretos e Leis da Prefeitura de Tatuí e editais de casamentos do Cartório de Registro Civil de Tatuí). s�RO-�

1675 TONELADAS DE TRIGO SOMEM DA CEAGESP DE TATUÍ

setembro 18, 2020

Dia 15 de setembro, um registro na Delegacia de Polícia de Tatuí informa que, após perícia interna, faltam 1675 toneladas de trigo armazenadas na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais (CEAGESP), na Rodovia SP-141, em Tatuí. O engenheiro agrônomo Alexandre Roberto Leite de Campos, responsável pela unidade de Tatuí, acompanhado do advogado Leronil Teixeira Tavares, procurador da CEAGESP, compareceu na Delegacia de Polícia e lavrou um boletim de ocorrência narrando detalhadamente os fatos ao delegado José Luiz Silveira Teixeira, titular do município. Segundo o responsável pela empresa, foi instaurado um comitê de crise e após análises contábeis e pesagens, chegou-se à conclusão que o trigo avaliado em R$ 2,5 milhões poderia ser transportado em  55 caminhões carregados. O declarante da CEAGESP afirma que no caso do “sumiço de 1640 toneladas de trigo nacional panificação, há possibilidades para explicar o suposto sumiço (sic). Ele cita utilização de nota “duplicada” e entrada irregular de caminhões em horários não permitidos. Mas, para  “acontecer tais possibilidades”,  afirma que “há suposta possibilidade  de ter participação de mais de um funcionário da CEAGESP de Tatuí-SP”. Em um primeiro momento, calculou-se que eram 1640 toneladas. Após a inspeção registrou-se que são 1675 toneladas desaparecidas do entreposto de Tatuí.

Esclarece ainda o boletim que os principais clientes da unidade são as empresas Bunge, Moinho Anaconda, Cervejaria Petrópolis, Fundação Parque Zoológico de São Paulo e pequenos produtores. E que. atualmente, a CEAGESP é uma empresa pública na esfera federal. O caso está para apreciação do delegado José Luiz Silveira Teixeira,  titular da Polícia Civil.


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