JORNAL INTEGRAÇÃO ON-LINE – EDIÇÃO DE 12/8/2026 – NOTÍCIAS DE TATUÍ E REGIÃO

Postagem 12/8/2026 – 8h00

PREFEITURA NÃO DIVULGA A CAMPANHA DO AGASALHO 2026

Cartaz da Campanha do Agasalho da primeira dama Cristiane Freitas.

Dia 15 de abril, o Fundo Social de São Paulo, presidido por Cristiane de Freitas, lançou oficialmente a Campanha do Agasalho 2026, com a finalidade de mobilizar doações em todos os municípios do estado de São Paulo. A iniciativa segue até setembro e arrecada roupas de inverno, cobertores e recursos financeiros para atender famílias em situação de vulnerabilidade, durante os períodos de queda de temperatura e reforçar os estoques para as próximas frentes frias.

Na região de Tatuí, os municípios de Boituva (de 18 a 20 de maio), Cerquilho (25 de maio) e Itapetininga (27 de abril), através de seus Fundos Sociais, lançaram as campanhas, e seguiram orientação do Palácio dos Bandeirantes. Esses dados são fáceis de coletar. Com consulta por Inteligência Artificial (IA), as respostas chegam instantaneamente e ainda mostram os respectivos cartazes publicitários, criados pelos próprios municípios.

Na pesquisa sobre Tatuí, o que a IA mostra é o texto: “Sim, Tatuí está com ações intensas da Campanha do Agasalho 2026 coordenadas pelo FUSSTAT(Fundo Social de Solidariedade de Tatuí), sob a presidência da primeira-dama, contando também com postos de arrecadação locais como o Comando de Bombeiros (Avenida Domingos Bassi, 855) e campanhas paralelas como o agasalho pet”. Para não deixar dúvida, sobre a atuação do Fundo Social em 2026, a reportagem do Jornal Integração consultou os canais oficiais de comunicação da Prefeitura de Tatuí. Sobre a Campanha do Agasalho de 2026, nada se encontra. O que aparece, ainda de forma tímida, é um cartaz da campanha do agasalho para pets (foto abaixo).

Intensos dias frios – Em junho e julho, o frio chegou com intensidade em Tatuí. As casas, de modo geral, não estão preparadas com aquecedores, como acontece em países com invernos severos. Nas passagens das massas polares, mesmo em residências confortáveis, não foi fácil suportar as quedas de temperaturas, que permanecem por alguns dias. Tudo leva a crer que as famílias menos favorecidas pela sorte, mesmo com a proteção de suas residências, devem ter sentido mais intensidade do frio. São os efeitos do El Niño 2026-2027, que começou em junho e das mudanças climáticas, que assolam o Brasil e o mundo.

Os animais são lembrados na campanha de Tatuí.

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VEREADORA QUESTIONA EMPRESA QUE ADMINISTRA A UPA

Na segunda-feira (3), a vereadora Elaine Miranda, da Câmara Municipal de Tatuí. apresentou requerimento endereçado ao prefeito municipal e cobra informações detalhadas sobre as obrigações da empresa que administra a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A parlamentar salienta que “ninguém procura a UPA por vontade própria. Só vai quem está com dor ou vive momentos difíceis de suas vidas”.  Para Elaine, “quem paga impostos merece um atendimento digno, humano e respeitoso. O requerimento foi aprovado e agora aguardamos a resposta da Prefeitura. Assim que ela chegar, farei questão de prestar contas e mostrar todas as informações para a população”. Abaixo o link do vídeo com o desabafo da vereadora:

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RECANTO BETEL RECEBE HOMENAGEM

Dia 5 de agosto, o Recanto Betel, fundado há 50 anos pela professora Aline Castejón Mattar, foi homenageado na Câmara Municipal de Tatuí. A sessão foi presidida pela vereadora Rosana (Supermercado) e Patrícia Elaine Vieira Conquista (presidente) e Paulo Rogério Conquista Alves (diretor de projetos), representaram a instituição. A função do Recanto é atender crianças e adolescentes, em projetos sociais e pedagógicos.

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Prestação de contas – Dia 18 de agosto, 18 horas, a Câmara Municipal de Tatuí realiza Audiência Pública para prestar contas de seus gastos no primeiro semestre de 2026. O Poder Legislativo disponibiliza o e-mail diretoria.legislativa@camaratatui.sp.gov.br e o WhatsApp (15) 3259-8300 para receber perguntas e sugestões de munícipes, para leitura e respostas durante a audiência.

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VENDE-SE IMÓVEL EM FRENTE AO ANTIGO FÓRUM

(Pode ser residência ou escritório comercial. Local com grande movimento, estabelecimentos comerciais de fácil acesso, grande afluxo de pessoas no Velório Municipal e ótimos vizinhos).

VALTER TEIXEIRA – CRECI: 87.541-F – Cel: (15) 9.9787-2629 (corretor)

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FRAUDE EM ESCOLA MUNICIPAL – Dia 8 de agosto. Raquel Vivi Convento, responsável pela Escola Municipal “Professora Maria Helena Machado”, no Bairro Enxovia, em Tatuí, comunicou fraude em um cheque, emitido pela Associação de Pais de Mestres (APM).  A representante da escola informa à polícia, que tal documento bancário, emitido em gestões anteriores, foi adulterado do valor de R$ 2.470,00 para R$ 27.800,00. O cheque foi compensado no banco dia 8 de julho de 2026 e o  estornou a importância no dia seguinte, por constatar a fraude. O caso deve ser apurado pela polícia.

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER – Dia 4 de agosto, 1h40, policiais militares atenderam uma ocorrência, no Bairro Santa Cruz, em Tatuí, que pode se caracterizar como tentativa de feminicídio. Uma mulher de 30 anos, acionou a polícia porque seu companheiro a agrediu e desferiu golpes de faca em seu corpo. A mulher teve que ser internada e o agressor fugiu em uma moto, antes da chegada dos agentes policiais.

CASOS ROTINEIROS EM TATUÍ – O debate deste domingo (10), na TV Bandeirantes, entre os candidatos Tarcísio de Freitas e seu oponente Fernando Haddad, o assunto violência contra a mulher fez parte da discussão. Em Tatuí, os registros policiais, diariamente, revelam que a cidade não é isolada do contexto estadual. O município, diariamente, registra casos de agressões. Pelo que se nota, nos requerimentos de vereadores, a Polícia Civil não está preparada para atender essas ocorrências. A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) funciona de forma precária na Delegacia Central. Neste local, as mulheres se misturam com a lavratura de outras ocorrências.

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TJSP MANTÉM CONDENAÇÃO DE SUPOSTO LÍDER RELIGIOSO

            A 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da 1ª Vara Criminal de Rio Claro que condenou por extorsão um suposto líder religioso que exigia dinheiro sob pretexto de realizar “trabalhos” espirituais. A pena foi fixada em nove anos e 26 dias de reclusão, em regime fechado.

            Segundo os autos, a vítima enfrentava problemas pessoais e de saúde quando conheceu o réu, que inicialmente solicitou pagamento inicial de R$ 2,3 mil para realizar “trabalho espiritual”. Por nove meses, ele seguiu se aproveitando da fragilidade da mulher, exigindo dinheiro para garantir que ela não fosse prejudicada ou morta por entidades espirituais malignas. Com medo, a vítima tentou suicídio, fez empréstimos bancários, financiou veículos e foi convencida a vender o próprio apartamento, totalizando prejuízo de cerca de R$ 700 mil.

            A relatora do recurso, Fátima Vilas Boas Cruz, negou pedido de absolvição por insuficiência de provas por considerar que os relatos da vítima, das testemunhas e os comprovantes financeiros atestaram a materialidade do crime. Também rejeitou a desclassificação do crime de extorsão para estelionato, cuja pena é mais branda. “A vítima descreveu inúmeras vezes as graves ameaças explícitas perpetradas pelo réu, aproveitando de sua condição mental de saúde debilitada e de suas crenças, aduzindo veemente que espíritos malignos a iriam matar caso ela não colaborasse com as exigências por ele feitas, sendo que as ameaças e as coações eram reiteradas, de forma a impor constante constrangimento à vítima e pressioná-la a realizar os atos de dilapidação patrimonial, o que afasta a simples alegação de golpe ou negociação fraudulenta”, observou.

            Completaram o julgamento os desembargadores Luís Soares de Mello e Euvaldo Chaib. A votação foi unânime. Apelação nº 1503787-53.2021.8.26.0510

 (Comunicação Social TJSP – RM (texto) /Banco de imagens (foto).

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MELANCIAS LIDERAM PREÇOS ALTOS NA CEAGESP EM JULHO

O índice de preços Ceagesp recuou 0,24%, continuando a tendência de queda de 1,63% registrada no mês anterior. No mesmo período do ano passado, o índice havia apresentado ligeira queda de 0,02% e, com o último resultado, encerrou o período apresentando um acumulado de alta de 4,01% no ano e de aumento de 8,28% nos últimos 12 meses.

 Os grandes responsáveis pela deflação registrada em julho foram os setores de Legumes (-23,08%), Diversos (-14,53%), Verduras (-13,29%), e Pescados (-2,04%). A queda só não foi maior por causa do setor de Frutas (+7,60%).

 No setor de Legumes, 75% dos 32 itens cotados registraram queda de preços. Como fator preponderante, há o clima predominantemente seco, com temperaturas moderadas, que contribuiu para a redução das perdas no campo e as incidências de pragas e doenças. Com o avanço da colheita da safra de inverno nas principais regiões produtoras, houve aumento no volume mensal de oferta de produtos e pressão para baixo nos preços.

Tomates continuam a recuar – A maior queda nesse setor foi do pepino comum (-51,75%), favorecido pela combinação de baixa umidade e dias ensolarados, que encurtaram o ciclo de desenvolvimento e aumentaram as colheitas. A tendência de baixa já registrada para os tomates em junho repetiu-se com as variedades Carmem (-51,08%) e Pizzad’oro (-44,75%), pois muitos produtores escalonaram o plantio para o começo deste ano, o que se traduziu em pico de colheita simultâneo em julho. Não houve intercorrências para esse cultivo, graças à ausência de geadas tardias e regime pluviométrico abaixo da média nas regiões produtoras.  


No setor de Diversos (-14,53%), as maiores quedas foram das batatas lavada (-35,10%), escovada (-32,73%) e asterix (-27,81%). A disponibilidade desse tubérculo no mercado atacadista aumentou devido à combinação de aumento da colheita mecanizada em Vargem Grande do Sul (SP) e as férias escolares, que reduziram o volume de compras institucionais no período.

No caso dos ovos brancos (-10,75%) e vermelhos (-10,69%), a queda também se correlaciona às férias escolares, mas também aos níveis elevados de estoques nas principais regiões produtoras. Essa combinação de fatores acabou obrigando os avicultores a conceder maiores descontos para evitar perda de produtos.


Cinturão Verde Paulista – No setor de Verduras (-13,29%), em que 67% dos 39 itens cotados registraram queda, o coentro (-63,77%) foi o líder em baixa de preços, favorecido por frentes frias no Cinturão Verde Paulista que geraram temperaturas moderadas, fator que induz precocidade no chamado pendoamento (processo de formação de flores), o que obrigou a acelerar o processo de colheita dessa hortaliça, sensível a variações de temperatura e cujo ciclo de cultura é de 30 a 45 dias.

A couve manteiga (-37,41%) teve queda de preço puxada pelo aumento de colheita nas regiões das cidades paulistas de Piedade e Ibiúna, para o que favoreceu a combinação de radiação solar e temperaturas moderadas. No caso dos brócolos, o aumento da temperatura acelerou a abertura de botões florais e isso apressou a colheita, gerando reflexos no aumento de estoque e consequentes reduções de preços, com o ramoso registrando queda de 24,42%, e o ninja, caindo 20,06%.

No setor de Pescados (-2,04%), 57% dos 30 itens cotados apresentaram queda de preço, e a anchova (-38,02%) foi a líder nessa tendência, com a redução média de preços sendo devida à demanda enfraquecida no período, apesar da redução no volume mensal de oferta.

Já abrótea (-16,02%) e corvina de água salgada (-14,45%) registraram aumento nos volumes mensais de oferta, pois a captura foi beneficiada pelas frentes frias nos litorais das regiões Sul e Sudeste, o que ampliou a área de pesca e aumentou a disponibilidade desses produtos in natura para processamento, gerando pressão de oferta.

Melancia lidera altas,- Por fim, o setor de Frutas subiu 7,60%, com a melancia (+58,25%) liderando as altas, pois em julho houve transição de safra entre as principais regiões produtoras, com Uruana (GO) entrando em fase final ao mesmo tempo em que o envio das produções tocantinenses ocorria gradualmente. Com isso, principalmente as graúdas, as melancias tiveram redução de volume de oferta, ainda que a expectativa para esse produto seja a de, em agosto, os preços caírem devido à normalização do volume mensal de oferta.

No caso do mamão Havaí (+41,54%), houve também restrição de oferta, puxada pelas noites mais frias no norte do Espírito Santo e sul da Bahia, as principais regiões produtoras. Com isso, houve retardo no amadurecimento dos frutos e redução de colheitas. Já o limão taiti (+41,20%), apesar do aumento do volume mensal de oferta, sofre com a pressão do mercado externo e da indústria de processamento, que aumentou a concorrência pelos lotes com qualidade superior, o que, em conjunto com a janela de exportação da fruta in natura para a Europa, manteve a demanda aquecida. (Matéria da Coordenadoria de Comunicação da Ceagesp).

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