Postagem 3/8/2026 – 8h0
TATUÍ RECEBE “APRESENTAÇÃO CONSOLAÇÃO” EM SÃO PAULO
Fotos da divulgação do evento em São Paulo. Crédito: Peterson Paes.
Dia 2 de agosto, 18 horas, a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, composta de alunos, estava na programação do Teatro Cultura Artística. Promovido pelo TUCCA Música pela Cura, o espetáculo “Violinos pela Paz e Cura” contou com a presença do violinista e maestro ítalo-brasileiro Emmanuele Baldini e do violinista israelense Shlomo Mintz, em seu retorno ao Brasil. Do programa constavam Concertone para Dois Violinos, de Mozart e o Concerto para Violino, de Tchaikovsky. Ao que tudo indica, essa apresentação somente foi possível porque os participantes da orquestra são músicos-aprendizes, que se matricularam, em sua maioria, no Curso de Iniciação Musical do Conservatório. Como a OS Sustenidos extinguiu esse curso, destinado para crianças de 4 a 8 anos, com certeza, será o desmonte do Conservatório de Tatuí.
Como determina o Decreto Estadual do Governo Abreu Sodré/1973, que regulamenta o método pedagógico do Conservatório, obrigatoriamente, deve constar o “Curso de Iniciação Musical”, da proposta da futura gestora. Caso não conste, corre-se o risco de desobediência à uma norma legal, por parte da Secretaria de Estado da Cultura do Estado de São Paulo.
SESSÃO PÚBLICA DA NOVA GESTORA DO CONSERVATÓRIO
Dia 20 de agosto, 14h30, a Secretaria de Estado da Cultura deverá abrir propostas para escolha da organização social parar gerenciar o Conservatório de Tatuí. Sem licitação não há possibilidade de continuidade da mesma gestora. Pelo que consta do edital, publicado no Diário Oficial, a pasta da cultura pretende dar transparência ao evento e destaca que “qualquer cidadão que queira assistir a sessão pública pode solicitar credenciamento e acompanhar pela internet (vide edição do Jornal Integração On-line – Postagem em 16/7/2026 – 8 horas).
Festival de Inverno – É de conhecimento público, que o Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” sempre foi protagonista no Festival de Inverno de Campos do Jordão. Esse festival é sempre realizado no mês de julho e nas edições anteriores, a escola de música tatuiana sempre foi prestigiada. O maestro Antonio Carlos Neves Campos, de saudosa memória, ocupou a direção artística do Festival de Campos do Jordão, quando diretor do Conservatório. Na edição de 2026, o Conservatório não foi referência, e, pelo que consta, não houve participação de grupos musicais de música erudita da escola.
O Festival de Campos do Jordão iniciou dia 3 de julho e seu término está previsto para o dia 15 de agosto. Em toda programação do festival, com mais de oitenta apresentações, o nome do Conservatório de Tatuí não é citado nenhuma vez. Apenas o que se destaca é a presença de cerca de 20 tatuianos, formados na escola de música de Tatuí, que compõem o corpo musical da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). E, no dia 24 de julho, a apresentação de um quarteto, com a participação das ex-alunas Angélica Cameron e Maria Luísa Cameron, na Sala São Paulo.
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ESTELIONATO – Dia 24 de julho, um pintor de 48 anos foi vítima de golpe, ao comprar concreto de uma suposta empresa sediada em Tatuí. A vítima realizou a compra pelo telefone prefixo 32 e pagou R$ 3.200,00 pelo material. Após concluir os pagamentos o pintor descobriu a farsa, após verificar que ligou para um telefone estranho.
FURTO DE VEÍCULO – Dia 24 de julho, 23 horas, ladrões furtaram um Audi Q5 225CV, placas GIM1146. A proprietária informou que o veículo estava estacionado na Rua 7 de Abril, 100, no fundo do hospital da Unimed, em Tatuí.
FURTO DE VEÍCULO – Dia 26 de julho, o proprietário de um Ford KA, placas AZN4A59, compareceu no plantão policial de Tatuí, para registrar o furto de seu veículo. Ele viajou desde 4 de julho e por não ter garagem em sua casa, deixou o KA estacionado na casa de uma parente, no Residencial Nova Pacaembu, em Tatuí.
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ALERTA CONTRA GOLPES
Quadrilhas especializadas em golpes costumam utilizar o nome, logotipo e/ou informações de empresas, escritórios de advocacia, bancos e instituições públicas, como o Tribunal de Justiça de São Paulo, para ludibriar o cidadão e praticar crimes diversos, seja por meio de telefonemas, mensagens por aplicativo, cartas ou mesmo com a criação de falsos sites de leilões. Não caia nessa! Fique atento às orientações. Se a fraude já foi consumada, é importante registrar boletim de ocorrência em uma delegacia, para que as autoridades policiais possam investigar o caso. Para confirmar informações de documentos ou outras formas de contato do Judiciário paulista, ligue apenas para os telefones das unidades cartorárias disponíveis no site do TJSP. Pelo link http://www.tjsp.jus.br/Institucional/CanaisComunicacao/ListaTelefonica/Default.aspx é possível fazer a busca por município, imóvel e setor.
Whatsapp – O Tribunal de Justiça de São Paulo utiliza o Whatsapp, pelo número oficial (11) 4802-9448, apenas para intimações de pessoas que já deram seu consentimento para utilização desse formato. Para garantir autenticidade e segurança, a conta do TJSP no WhatsApp é verificada com o selo azul da Meta. O TJSP não solicita depósitos, dados pessoais nem códigos por essa via. Confira as informações atualizadas na página http://tjsp.jus.br/WhatsAppTJSP.
Alerta sobre falsos leilões em sites da internet – Por meio do endereço www.tjsp.jus.br/auxiliaresjustica/auxiliarjustica/consultapublica, os cidadãos podem verificar se realmente o leiloeiro está na lista do TJSP e, mesmo que esteja, é fundamental checar se o endereço do site ao qual teve acesso corresponde exatamente ao endereço do leiloeiro, pois os criminosos podem usar uma URL muito similar. Outra dica é que, ao clicar no bem que está em leilão, os sites idôneos apresentam informações sobre o processo ao qual aquele objeto ou imóvel está relacionado. Geralmente há o número da ação, a vara e alguns documentos. De posse de tais dados, o interessado pode, ainda, entrar em contato com a unidade por e-mail para confirmar a veracidade do leilão.
Telefonemas e mensagens – Atenção! O TJSP não solicita o pagamento de qualquer quantia por telefone ou WhatsApp. Processos e intimações devem sempre ser consultados diretamente no site do Tribunal. Um dos golpes aplicados por criminosos é o da falsa conciliação. Alguém que se passa por funcionário de fórum telefona e afirma que determinada empresa está com uma ação pronta para dar entrada, mas que pode ser feito um acordo. Se a vítima afirma que aceita o ajuste, a ligação é transferida para um suposto advogado, que informa opções de pagamento e envia boleto por e-mail.
Precatórios – Pessoas que têm precatórios a receber são muito visadas pelos golpistas. Saiba que o Tribunal de Justiça não solicita depósitos e nem adiantamentos de taxas, custas processuais ou impostos para o recebimento de valores. O credor não precisa depositar nada. Não há possibilidade de adiantamento, a ordem de pagamento é cronológica e determinada pela Constituição Federal. Também não são expedidos ofícios solicitando contato telefônico. Caso perceba algo suspeito procure seu advogado (de preferência aquele que ganhou a causa para você). Constatando a tentativa de golpe, registre ocorrência na Polícia Civil. Quanto mais informações, melhor para a investigação.
Cartas e e-mails – Os criminosos também enviam, por exemplo, falsos ofícios com informações sobre sentenças favoráveis, solicitando depósitos de custas ou outras taxas para posterior levantamento do dinheiro. As comunicações têm o logotipo do TJSP ou de outros órgãos oficiais e, até mesmo, o nome de funcionários ou magistrados que realmente trabalham nas unidades judiciárias, mas nada têm a ver com as fraudes. Em geral, constam nas correspondências supostos telefones das unidades cartorárias. Ao ligar para os números indicados, a quadrilha atende como se realmente fosse da vara indicada – por exemplo, 5ª Vara Cível, Vara de Falências, 4º Ofício da Fazenda Pública, Vara das Execuções contra Fazenda etc. Em geral, o fraudador atende e informa que deve ser feito pagamento para que a vítima receba o benefício. Confira sempre os telefones e e-mails corretos das varas.
Superendividamento – Golpistas estão se passando por agentes do Bacen ou conciliadores para oferecer falsos acordos em nome do programa “Superendividamento”, do TJSP. Fique atento: o Tribunal de Justiça de São Paulo não solicita o pagamento de qualquer quantia por telefone ou WhatsApp. Todos os comunicados oficiais são feitos exclusivamente por e-mail institucional: primeiro pelo Procon, com uma proposta de negociação; caso não haja acordo, o Cejuscom também utiliza e-mail para dar continuidade ao atendimento.
Links – A propagação de golpes por meios eletrônicos está cada vez mais frequente. Qualquer pessoa corre o risco de receber, por exemplo, mensagens de texto ou por aplicativos ou, ainda, e-mails com vírus, que capturam senhas e dados pessoais do computador. Uma prática comum é o chamado phishing – os criminosos usam o nome de empresas, bancos ou instituições públicas com textos que exploram a curiosidade da pessoa, para que ela clique em um link ou anexos. Quando isso ocorre, pegam os dados pessoais ou induzem a vítima a realizar um cadastro, fornecendo informações, dados bancários etc. Fique atento e não acesse mensagens suspeitas.
Selo Digital – Certidão de inteiro teor de Registro Civil (nascimento e casamento) falsa é mais um exemplo de tentativa de aplicação de golpe contra a população. Entre os vários indícios de falsidade nesses documentos está o “QR Code” para consulta de validade de selo digital, que remete para uma página forjada, criada para ludibriar o cidadão. As certidões originais expedidas por unidades extrajudiciais do Estado de fato possuem um código escaneável para verificação de autenticidade e remetem para o endereço https://selodigital.tjsp.jus.br. No caso dos documentos falsos, a vítima é direcionada para uma página “clonada”, idêntica à original. Sendo assim, o jurisdicionado precisa estar atendo e confirmar se o endereço é o oficial.
Falso advogado – Criminosos entram em contato com as vítimas se passando por representantes de escritórios e profissionais da Advocacia para solicitar dados pessoais, transferências bancárias e outras fraudes. Para coibir o golpe, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB SP) disponibiliza formulário para pessoas que já foram vítimas, além de uma cartilha com orientações gerais de combate e prevenção, destacando, sobretudo, a importância do registro de boletim de ocorrência. (TJSP – 1/8/2026 -Comunicação Social TJSP (texto) / Banco de Imagens (foto)
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