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UNIMED RESTAURA MONUMENTO À FEB

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Monumento à FEB. 1908 Foto Fran Campos.

Monumento à FEB restaurado na Praça Paulo Setúbal. Foto de Francisco Antonio Luciano de Campos (Fran)

Depois de anos de abandono, finalmente o Monumento à Força Expedicionária Brasileira (FEB) foi restaurado na Praça Paulo Setúbal, com apoio da Unimed Tatuí. Este monumento foi instalado por iniciativa do então prefeito Wanderlei Bocchi, após um editorial publicado pelo Jornal Integração, a pedido do expedicionário Sílvio Silvério de Lima. Em seu apelo ao editor deste semanário, Sílvio entendia que este marco histórico eternizaria os pracinhas de Tatuí que lutaram na Itália na Segunda Guerra Mundial contra o nazi-fascismo que Adolph Hitler pretendia implantar no mundo. A Segunda Guerra Mundial, entre 1939 a 1945, foi a mais sangrenta da história da humanidade e registrou 60 milhões de mortes nos países europeus. Os brasileiros se uniram às Forças Aliadas e lutaram contra as atrocidades provocadas pelo Holocausto, quando pereceram seis milhões de judeus em campos de concentração. O monumento foi concebido por Joaquim de Campos e em seu conceito significa duas mãos saindo do chão em sinal de oração para que o mundo não experimente mais as atrocidades de uma guerra. A participação da FEB, comandada pelo general João Batista Mascarenhas de Morais, e incorporado ao IV Corpo do Exército dos EUA, comandado pelo general Mark Clark, foi um episódio heróico, com participação nas batalhas de Massarosa, Camaiore, Monte Prano, Porreta e Fornovo. Em operação conjunta com o V Exército dos EUA, na Operação Encore, os brasileiros tomaram Monte Castelo e Castelnuevo e os americanos tomaram Belvedere e Della Torracia. A última batalha ocorreu dia 28 de abril de 1945, em Colecchio, comandada pelo militar Humberto de Alencar Castello Branco. Neste confronto direto com alemães, o tatuiano José Fernandes da Silva, o Juquita, que integrava o 6º Regimento de Infantaria, morreu em combate, depois de participar das operações de guerra desde setembro de 1944. Juquita foi sepultado com honras militares no Cemitério de Pistóia, na Itália. Na década de 1960, o general Mascarenhas de Moraes determinou o traslado dos restos mortais dos 465 pracinhas e oficiais mortos em combate e os sepultou no Mausoléu da Força Expedicionária Brasileira (FEB), no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Neste período, o Brasil estava sob o domínio do estado ditatorial implantado pelo governo de Getúlio Vargas. A campanha na Itália fragmentou o governo nacionalista que imperava no País e colocou em xeque a Ditadura do Estado Novo. Getulio Vargas foi deposto e se restabeleceu a democracia no Brasil.

 

 

 

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