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PREFEITO TROCA SECRETÁRIOS E DIRETORES

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PAÇO MUNICIPAL

A troca de ocupantes de cargos continua na Prefeitura de Tatuí. Na semana passada, o prefeito José Manoel Correa Coelho (Manu) recebeu a renuncia do secretário Carlos César Pinheiro da Silva, da Secretaria da Fazenda, Finanças e Planejamento. Este secretário municipal ficou onze meses no cargo e foi substituído pela funcionária pública Giovana de Sousa. Ela é fiscal e  trabalhava no Departamento de Contabilidade e Tesouraria.

No Tatuiprev (Previdência dos Funcionários Municipais), saiu o químico Eduardo Augusto Reichert sendo substituído por Oséias Rosa Júnior, filho do vereador Oséias Rosa, líder do prefeito na Câmara Municipal. Na Ouvidoria Municipal, o advogado  Dirceu Pires de Camargo deixou o cargo e assumiu  José Roberto Benavides, diretor de cartório aposentado. Benavides ocupou cargo de confiança na administração do ex-prefeito Ademir Borssato. Outra nomeado pelo prefeito Manu foi a do ex-vereador e pastor Euclydes Ferreira Júnior. Ele ocupa o cargo de Assistente Técnico de Acervo, em comissão.

MANU SOFRE MAIS UMA DERROTA NO JUDICIÁRIO

O prefeito José Manoel Correa Coelho sofreu uma nova derrota no Poder Judiciário. Ao tentar embargar decisão do juiz Rubens Petersen Neto, Manu não teve sucesso e levou multa de 2% sobre o valor atualizado da causa. Dia 20 de maio, o  juiz Rubens Petersen Neto, da Segunda Vara Cível de Tatuí, condenou o prefeito José Manoel Correa Coelho (Manu) por irregularidades em licitação pública. Além da perda dos direitos políticos por oito anos, o prefeito e os réus Nesh Fotos e Vídeos de Tatuí Ltda ME, Rodrigo Eduardo Camargo e Valquiria Bruno de Oliveira deverão ressarcir integralmente, de forma solidária, os danos provocados em razão da realização de licitação e atos ilegais de R$157.416,00, bem como ao pagamento de multa civil no valor de R$314.832,00, correspondente a duas vezes o valor do dano, corrigidos de acordo com a tabela prática do TJ/SP. Nos Embargos o magistrado sentencia que “Os embargantes é que interpretam a sentença de maneira distorcida e acreditam que a inexistência de omissão e contradição é apenas o julgamento favorável aos seus interesses. Não há omissão e contradição quando a decisão judicial contraria os interesses da parte. O inconformismo, portanto, não enseja embargos de declaração. Desse modo, mostram-se protelatórios os embargos, consubstanciando-se no exercício abusivo do direito de recorrer, ensejando a condenação dos embargantes, na multa prevista no artigo 1.026, parágrafo 2º, do CPC, em dois por cento sobre o valor atualizado da causa”.

 

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