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Archive for the ‘Região’ Category

Edição completa de 10 de Outubro de 2015

outubro 13, 2015

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Tatuiano entre as 100 pessoas mais influentes do agronegócio

outubro 9, 2015

 

De Zen é coordenador do “Indicador do Boi Gordo Esalq/BM&F Bovespa”, da Esalq/USP.

De Zen é coordenador do “Indicador do Boi Gordo Esalq/BM&F Bovespa”, da Esalq/USP.

Sérgio De Zen, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), órgão da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), de Piracicaba, vinculada à USP, foi indicado na edição de outubro  pela Revista Dinheiro Rural como uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro.

Sérgio é tatuiano, ex-aluno da E.E. Barão de Suruí nos anos 80 e filho de Hugo De Zen e Brígida Gallina. Tornou-se referência nacional no acompanhamento econômico de 18 mercados agrícolas. Há quase 21 anos, coordena o “Indicador do Boi Gordo Esalq/BM&F Bovespa”. Neste ano começou a apresentar os primeiros resultados de uma pesquisa inédita encomendada pela ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores do Zebu), para medir o impacto econômico do emprego de genética na melhora no rebanho nacional.

Edição completa de 26 de Setembro de 2015

outubro 2, 2015

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Edição completa de 19 de Setembro de 2015

setembro 23, 2015

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A sino-brasileira Shacman, de Tatuí (SP), investirá em fábrica de caminhões para suprir o Exército da Zâmbia

setembro 17, 2015

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Por Roberto Lopes (Plano Brasil – 14 de setembro de 2015)

O Ministro-Adjunto da Defesa da Zâmbia, Christopher Mulenga, disse ao site americano DefenseNews.com, no fim de agosto, que a companhia sino-brasileira Metro-Shacman, de caminhões, sediada na cidade paulista de Tatuí, está negociando com o governo de Lusaka sua participação em um pool de companhias que pretende investir 6 bilhões de dólares na implantação de uma fábrica de caminhões civis e militares nesse país africano.

De acordo com Mulenga, o Exército de Zâmbia está, nesse momento, interessado em caminhões de transporte de tropas.

A empresa chinesa Shacman já tem uma centena dos seus caminhões rodando no Brasil, mas a montagem dos veículos em Tatuí só começa no ano que vem.

Criada em 1968, a Shacman tem cerca de 110.000 caminhões rodando na China, boa parte deles a serviço das Forças Armadas locais.

m janeiro os chineses prometeram investir 100 milhões de dólares na planta do interior paulista, e no mês seguinte a Metro-Shacman montou uma joint venture com a gigante industrial chinesa Shaanxi Automobile, para formar a Shacman do Brasil, que se apresentou na mostra internacional de armamentos LAAD 2015, no Rio, por meio da Shacman Defesa, sua divisão de produtos militares.

Foguetes – O portfólio de veículos da Shacman Defesa contempla viaturas com sistema de tração 4×4, 6×6 e 8×8, que atendem níveis de carga de 3,5 toneladas até 40 toneladas, em diferentes versões de aplicação, tais como transporte de pessoal, de contêineres para lançamento de foguetes terra-terra, de equipamentos especializados e suprimentos em qualquer terreno.

Algumas dessas viaturas para transporte de tropas estiveram expostas na LAAD. Naquela ocasião (primeira quinzena de abril), o então Secretário de Imprensa da Embaixada de Zâmbia no Brasil, Patson Chilemba, declarou que os dirigentes da Shacman haviam enxergado em seu país a estabilidade econômica de que necessitam para suprir os mercados local e regional.

or mercado regional deve ser entendido o eixo Namíbia-Angola-Moçambique, que tem a Zâmbia bem no meio. Os três países possuem boas relações com as Forças Armadas brasileiras e são consumidores dos produtos da Base Industrial de Defesa do Brasil.

150º parceiro – Segundo o Guia de Negócios editado pela Divisão de Inteligência Comercial do Ministério das Relações Exteriores, a Zâmbia é um dos países africanos de menor inteiração comercial com o Brasil.

“De 2008 a 2012, as exportações brasileiras para a Zâmbia diminuíram 13,4%, de US$ 14,2 milhões para US$ 12,3 milhões”, diz o documento. “Em 2012, aumentaram 37,0% em relação a 2011. Entre os países da África Subsaariana, a Zâmbia foi o 31º destino das exportações brasileiras em 2012 (participação de 0,19% na a região), e o 150º parceiro do Brasil no mundo (participação de 0,01% no total)”.

O relatório da diplomacia brasileira prossegue: “Os cinco principais produtos da pauta de exportações brasileira para a Zâmbia, em 2012, foram: i) carregadoras-transportadoras, utilizadas em minas subterrâneas (valor de US$ 2,5 milhões, participação de 20,6% no total – aumento de 441% em relação à 2011); ii) outros tratores (valor de US$ 1,5 milhões, participação de 11,9% no total – diminuição de 40,1% em relação a 2011); iii) máquinas e aparelhos horizontais para empacotar massa alimentícia longa (valor de US$ 660 mil, participação de 5,4% – não houve exportação do produto para a Zâmbia em 2011); iv) outras formas de amianto – asbesto -(valor de US$ 610 mil, participação de 4,9% – não houve exportação do produto para a Zâmbia em 2011); v) outros aparelhos para pulverizar fungicidas/inseticidas (valor de US$ 609 mil, participação de 4,9% – aumento de 70,6% em relação à 2011)”.

O projeto da fábrica de produtos Shacman na Zâmbia prevê uma produção de mil veículos/ano, e será desenvolvido com o apoio de duas outras companhias chinesas: a Great Wall e a Higer, que já estão estabelecidas no mercado local.

Ajuda militar – No contexto de sua cooperação com forças militares estrangeiras, Pequim aprovou, recentemente, um empréstimo de 19 milhões de dólares ao Ministério da Defesa de Lusaka, para que ele possa contratar a companhia chinesa Norinco. Ela terá a tarefa de reativar uma fábrica de armamentos visando a produção de bombas, munição e misturas químicas de aplicação militar.

A fábrica foi fundada na década de 1970 pelo então presidente da Zâmbia, Kenneth Kaunda, para abastecer de munição, bombas leves e até minas terrestres anti-pessoal os movimentos nacionalistas do Zimbábue e de Moçambique, bem como guerrilheiros da África do Sul.

A China também doou cinco lanchas-patrulha do tipo Mac-5 à incipiente força naval (fluvial) de Zâmbia, para contribuir com o patrulhamento no Rio Luapula e nos Lagos Kariba Mweru.

Edição completa de 12 de Setembro de 2015

setembro 16, 2015

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Editorial: A respeito do Shopping

setembro 11, 2015
– EDITORIAL –

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A ideia da construção de um shopping center em Tatuí não é privilégio de nenhum político da atualidade. Em 1996, durante a campanha eleitoral, o ex-prefeito Ademir Borssato colocou em seu plano de governo e não concretizou em seus oito anos de desastrado mandato, a construção deste centro de compras no município. O prefeito José Manoel Correa Coelho (Manu) induz a população a discutir um projeto de mudança de zoneamento de Tatuí com a possível construção de um shopping – pasmem – com investimento de R$ 200 milhões e criação de quatro mil empregos. Quem que não quer investimentos e empregos? É lógico que todos querem. Se esta manobra política não foi para desviar a atenção da Comissão Especial de Inquérito (CEI) da compra das casas para as creches, a localização deste novo “empreendimento”, previsto para a  Rodovia SP-127, conflita diretamente com a lógica empregada pelo ex-prefeito Borssato, que ficou milionário com postos e restaurantes em estradas do Brasil.

No entender de Borssato, à época, o novo shopping deveria ser construído ao longo da Rodovia Castello Branco, no município de Tatuí. E dados estatísticos mostram que o empresário tem toda razão. Qual empresário trocaria o movimento da Castelo Branco pela SP-127? É só analisar os dados estatísticos da CCRSPVIAS no feriado prolongado do último fim de semana, para perceber que existe um erro de logística no projeto do prefeito Manu. De acordo com a concessionária, o maior movimento foi registrado na Rodovia Castello Branco (SP 280), região dos municípios de Quadra, Cesário Lange, Torre de Pedra, Porangaba, Bofete, Pardinho, Itatinga, Iaras e Águas de Santa Bárbara, com tráfego de 310.938 veículos. Nas Rodovias Antonio Romano Schincariol e Francisco da Silva Pontes (SP 127), entre os municípios de Tatuí e Capão Bonito, o movimento foi apenas de 59.573 veículos, ou seja, 1/5 do movimento da Castello Branco. Com a palavra os economistas de plantão.

Cerquilho, Boituva e Tietê entre as cem melhores cidades do Brasil

setembro 11, 2015

 

Cerquilho entre as cem melhores cidades do país.

Cerquilho entre as cem melhores cidades do país.

Cerquilho, Boituva, Tietê e Sorocaba são cidades da região classificadas pelo Índice Firjan como um dos cem melhores municípios do Brasil com melhor qualidade para se viver. Este órgão publica anualmente um índice similar ao IDHM das Nações Unidas, que monitora os níveis de desenvolvimento socioeconômico dos 5.565 municípios brasileiros. Os diferenciais estão nas áreas de emprego e renda, saúde e educação.

Cerquilho é considerada a 34ª melhor cidade do País com pontuação de 0,865, seguida de Sorocaba (37ª) com 0,865, Boituva (70ª ) com 0,849 e Tietê (73ª) com 0,848. O município de Tatuí continua em situação privilegiada baseado em dados de 2011 na apuração feita pelo Firjan. O município ocupa da 129ª posição e o índice é de 0,856. Capela do Alto classifica-se na 780ª posição (0,7563), Cesário Lange fica em 782ª  (0,7563) e Quadra em 1878ª,  com 0,6850 de pontuação.

Segundo a Federação, as cidades com desenvolvimento moderado, a maioria, computam 55,2% do total. Apenas 106 cidades (1,9% do total) estão abaixo de 0,4 e são classificadas como de baixo desenvolvimento. Já o grupo de alto desenvolvimento conta apenas com 332 cidades (6% do total), todas com índices superiores a 0,8. O Firjan explica em sua análise que é necessário ressaltar que estes índices não medem necessariamente a qualidade de vida. Para os avaliadores, as cidades que ofereçam índices mais relacionados à oferta de empregos e maiores salários, educação de qualidade e que as prefeituras dão melhor assistência à saúde pública, são sim melhores lugares para se viver.

Edição completa de 5 de Setembro de 2015

setembro 11, 2015

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* A página 10 não estará disponível online esta semana.

Edição completa de 29 de Agosto de 2015

setembro 1, 2015

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