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PUBLICAÇÃO E PSDB CONTRATAM INSTITUTOS DE PESQUISAS ELEITORAIS

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O site oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra duas pesquisas de opinião para prefeito de Tatuí. O objetivo da consulta popular são os candidatos a prefeito Guiga Peixoto, Manu, Rogério Milagre e Maria José Gonzaga. Nesta semana que antecede as eleições municipais, dois institutos de pesquisa devem consultar os eleitores para conhecer a tendência do voto  para o cargo de prefeito. Cada empresa contratada tem sua metodologia. Conheça abaixo os contratantes e o que regulamenta a legislação eleitoral:

 PUBLICAÇÃO CONTRATA MICRO EMPRESA

Dia 24 de setembro, a empresa WTA Editoral Ltda ME, que edita a publicação “É Notícia”, contratou com recursos próprios, por R$ 15 mil, a empresa Márcia Cristina da Silva Rocha ME, com o nome fantasia “Focus Instituto de Pesquisa” para uma pesquisa de opinião entre os dias 27 e 28 de setembro e a data de divulgação é dia 30 de setembro (sexta-feira). De acordo com a metodologia apresentada pelo estatístico responsável Augusto da Silva Rocha serão preenchidos 400 questionários. O trabalho de coleta de dados é acompanhado “in loco” por supervisores de campo. Após os trabalhos de campo os questionários são criticados, codificados e digitados. São selecionados aleatoriamente 20% (vinte por cento) dos questionários para uma verificação posterior com ligações telefônicas para os números indicados nos formulários. Em caso de dúvida, o formulário é descartado e o entrevistador chamado para esclarecimentos. Segundo a Foccus,  a margem de erro é de 4.9 para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

PSDB  CONTRATA INSTITUTO PHD

Dia 25 de setembro, o diretório municipal do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) contratou com recursos próprios, por R$ 18.750,00, o Instituto de Pesquisas PHD Ltda. De acordo com a informação do site do TSE, serão 500 entrevistados entre os dias 28 e 29 de setembro e a divulgação será dia 1º de outubro, véspera da eleição. De acordo com o estatístico responsável Diego Garcia Guimarães, todos os entrevistadores do Instituto PHD foram treinados e capacitados para a realização do estudo específico. Para o trabalho de campo, cada entrevistador estará devidamente identificado com crachá e camiseta do Instituto PHD. Os Supervisores de campo acompanharão “in loco” a coleta dos dados, garantindo a conferência de todo material coletado. Todos os dados serão criticados, codificados e digitados pelo Instituto PHD. Por medida de segurança, na atividade de digitação, será utilizada a técnica de dupla entrada. No site oficial do TSE, o Instituto PHD informa que “esta amostra de 500 entrevistas permite inferências sobre o universo pesquisado com margem máxima de erro de 4,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, para um intervalo de confiança de 95%”.

PESQUISAS SÃO CONTROLADAS PELO TSE

A partir de 1º de janeiro de 2014, as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos, para conhecimento público, são obrigadas, para cada pesquisa, a registrar no Tribunal Eleitoral ao qual compete fazer o registro dos candidatos, com no mínimo 5 (cinco) dias de antecedência da divulgação (Lei n° 9.504/97, art. 33, caput, incisos I a VII, e § 1º).  Mediante requerimento ao Tribunal Eleitoral, os partidos políticos poderão ter acesso ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da coleta de dados das entidades e das empresas que divulgaram pesquisas de opinião relativas aos candidatos e às eleições, incluídos os referentes à identificação dos entrevistadores e, por meio de escolha livre e aleatória de planilhas individuais, mapas ou equivalentes, confrontar e conferir os dados publicados, preservada a identidade dos entrevistados (Lei nº 9.504/97, art. 34, § 1º). Além dos dados de que trata o caput, poderá o interessado ter acesso ao relatório entregue ao solicitante da pesquisa e ao modelo do questionário aplicado para facilitar a conferência das informações divulgadas.  O Ministério Público Eleitoral, os candidatos, os partidos políticos e as coligações são partes legítimas para impugnar o registro e/ou a divulgação de pesquisas eleitorais perante o Tribunal competente, quando não atendidas as exigências contidas na resolução 23400 (TSE) e no art. 33 da Lei nº 9.504/97. A divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de 6 meses a 1 ano e multa no valor de R$ 53.205,00 (cinquenta e três mil e duzentos e cinco reais) a R$ 106.410,00 (cento e seis mil e quatrocentos e dez reais) (Lei nº 9.504/97, art. 33, § 4º).

 

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