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Posts Tagged ‘José Rubens do Amaral Lincoln’

A Santa Casa vai bem, obrigado!

setembro 26, 2015
– EDITORIAL –

Santa-Casa

 

Em julho, a São Bento Saúde assumiu a administração da Santa Casa de Tatuí. Neste período de gestão, as contas do hospital público tatuiano melhoraram de acordo com as respostas dadas na entrevista que frei Bento concedeu ao Jornal Integração. Há algum tempo, o hospital tatuiano saiu da pauta da imprensa e deve voltar às páginas quando os novos administradores prestarem contas de seu trabalho no prazo de 90 dias, como ficou acordado entre a empresa e a Prefeitura.

As respostas apresentadas pelo frei Bento e seu assessor Carlos Eduardo de Camargo deixam claro que a dinâmica empregada para mudar o sistema de gestão da Santa Casa e cortes de gastos começam a dar resultados positivos.  Em julho, frei Bento afirmou que o pagamento de médicos provocava déficit na Santa Casa.  Neste período, reviu seu conceito e afirma que  “analisando o contexto real, com isso, hoje podemos informar que os pagamentos Médicos estão dentro da realidade adotada por hospitais no Brasil e em alguns casos os valores praticados por nós estão abaixo dos valores trabalhados em nossa própria região”,  Na reunião para mudança da gestão, a Santa Casa apresentava uma dívida de R$ 18 milhões,  Hoje chega-se à preocupante conclusão que são R$ 21 milhões. E não precisa de  nenhuma bola de cristal para descobrir como chegou a esta situação.

Outra questão de suma importância. Com a saída de Unimed Tatuí, a Santa Casa perdeu uma receita de R$ 300 mil mensais, segundo declarações do próprio frei. Este semanário, há algumas edições publicou entrevista com o administrador Carlos Eduardo Camargo. Ele informou que a Maternidade estabeleceu convênio para prestar serviços de obstetrícia ao hospital de Cerquilho. Já que o sistema ficaria ocioso com a saída da Unimed, porque não se pensou nisto antes? Precisou vir alguém de fora para enxergar as possibilidades de aumentar o fluxo de caixa para tentar cobrir um déficit provocado pela saída da Unimed. E a nova administração, sem nenhum passe de mágica, garante que dentro em breve vai haver um aporte de R$ 220 mil nas contas do hospital com uma pequena ação de seus advogados e de seu administrador profissional, aliás, com curso de extensão universitária na Fundação Getulio Vargas (FGV).

 Outra questão que deve ser esclarecida é a respeito da colaboração da Prefeitura de Tatuí com a Santa Casa. Quanto efetivamente o hospital recebe de verba pública municipal?  A resposta foi curta e grossa: 60%. Este percentual refere-se a que valor? Há algum tempo, o Diário Oficial do Município divulgou que a Prefeitura repassava R$ 18 milhões para a Santa Casa. Só esqueceu de informar que grande parte deste valor provém do SUS e convênios estaduais, dinheiro que obrigatoriamente deve passar pelos cofres públicos municipais. Segundo um membro da Provedoria, a divulgação irresponsável deste valor hipotético pelo Departamento de Comunicação da Prefeitura, só contribuiu para agravar a situação do hospital. Este diretor disse que a notícia só prestou desserviço à Santa Casa. Ninguém mais queria contribuir com a o único hospital público depois de divulgado este valor. E, finalmente, outra situação que precisa ser esclarecida e divulgada em balancete mensal é a despesa com  pronto socorro.  Este setor provoca déficit ou lucro nas contas hospitalares.  A São Bento Saúde veio com a fama de assumir Santas Casas na “UTI” e colocá-las sã e salvas.

Como se trata de um hospital público, destinado a pacientes do SUS, é necessário mostrar com números tudo o que se passa com as verbas da Santa Casa.  Durante a administração do advogado José Rubens do Amaral Lincoln, que ficou dez anos na Provedoria da Santa Casa, tudo era esclarecido. Dr. Lincoln, mensalmente, através da imprensa, publicava um balancete com todas as receitas, despesas e doações ao nosso hospital.

A título de sugestão, a São Bento Saúde, mensalmente, poderia publicar no Diário Oficial do Município, sem nenhum ônus para o hospital, o balancete das atividades financeiras. Desta forma a população pode acompanhar onde é gasto o dinheiro que o SUS, Governo do Estado e que a Prefeitura Municipal injetam na Santa Casa.

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Jornal Integração Completa 38 Anos

dezembro 24, 2013

JORNAL INTEGRAÇÃO COMPLETA 38 ANOS

Clique e assista um vídeo dos 38 anos do Integração.

Clique e assista um vídeo dos 38 anos do Integração.

Nesta terça-feira (24), o Jornal Integração completa 38 anos de atividades em Tatuí e região. O semanário tatuiano nasceu da ideia de três estudantes de jornalismo da Faculdade de Comunicação Social “Cásper Líbero”. José Reiner Fernandes, Roberto Antonio Carlessi, já falecido, e Francisco José Lang Fernandes de Oliveira, o “Chico Lang”, da TV Gazeta, estavam com o firme propósito de implantar um jornal e a cidade escolhida foi Tatuí. Tudo foi planejado nos mínimos detalhes. Desde o nome do jornal, no início de periodicidade quinzenal, até o logotipo, que durante todos estes anos não sofreu nenhuma mudança. O título nasceu de uma discussão, próximo ao MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo. Os estudantes achavam que a implantação do projeto estava moroso e José Reiner disse que  “faltava integração entre os três”. Chicão, com seu raciocínio mais veloz que um chute de centroavante do Coríntians, dá o tiro certeiro: – É esse o nome do jornal. É “Integração”. E da criação do título do novo jornal para a confecção do logotipo foi rápido. Um simples apelo à professora Clara Conti, na época titular da cadeira de Diagramação e designer gráfica da Folha de S. Paulo, tudo foi resolvido. Na aula seguinte, a professora trouxe o logotipo “Integração” impresso, com um grande pingo no “i”. Este símbolo identificava suas criações. É só  recordar dos antigos cadernos da Folha de São Paulo, em especial o “Folhetim”. Do título ao lançamento do primeiro número foi um átimo de tempo. Apenas 60 dias. Constituir empresa, registrar o jornal no cartório competente, encontrar a gráfica para impressão e aguardar a decisão da Promotoria Pública para liberar a documentação foram tarefas desenvolvidas tudo sob a égide da Lei Federal 5250/67 (Lei de Imprensa), revogada pelo STF através da ADIN 130, de relatoria do ministro Carlos Ayres Brito.  Dr. Paulo Álvares Chaves Martins Fontes, zeloso promotor público de Tatuí, foi quem fiscalizou a documentação e exigiu o fiel cumprimento da lei para abertura do jornal. Em dezembro de 1975, o Brasil vivia dias tenebrosos. O País estava sob a égide de um regime  ditatorial, imposto pelos militares. O general Ernesto Geisel era o presidente da República. Este general  assumiu o governo, com a promessa de “abertura política lenta, gradual e segura”. Este posicionamento do novo governo não agradou alguns  setores das Forças Armadas e irritava profundamente a ala mais radical. Em outubro de 1975, morre nas dependências do DOI-CODI o jornalista Wladimir Herzog. Sua morte, em circunstâncias nebulosas, torna-se bandeira de luta pela restauração da democracia no Brasil. Houve uma forte reação do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, dirigido pelo jornalista Audálio Dantas, e outras forças da sociedade organizada do País. Dia 31 de outubro, uma missa na Catedral da Sé reúne oito mil pessoas e transforma-se na maior manifestação de massa contra a ditadura. Nesta celebração religiosa, ao lado de Dantas, estava o jornalista Roberto Antonio Carlessi, membro da diretoria do sindicato e que dentro de dois meses seria um dos protagonistas do lançamento do Jornal Integração, em Tatuí.

Do número 1 ao 1781

jornal-integracao-1975-2013

Dia 24 de dezembro de 2013, em sua edição 1781, o Jornal Integração chega aos 38 anos longos anos de trajetória. Durante este espaço temporal, o semanário sempre esteve sob a administração e editoria do jornalista José Reiner Fernandes. Foram muitas latas de tinta, quilômetros de papel-bobina, milhares de exemplares, questionamentos e embates políticos. Acredita-se que em um sistema democrático,  a posição mais desconfortável é a do jornalista. Ele sempre está na incômoda posição, entre a opinião pública e o poder. Mas, é gratificante, como afirmava o professor Hélcio Carvalho Castro, em suas memoráveis aulas na “Cásper Liíbero”. Ele era tão apaixonado pelo jornalismo, que provocava cena de ciúme até no ambiente familiar. Ele contou aos alunos que um dia, por permanecer horas infindáveis na redação, ao chegar em casa,  sua esposa o questionou: Afinal, Hélcio, você é casado comigo ou com uma rotativa (máquina de imprimir jornal)?

Durante quase quatro décadas de circulação, o “Integração” acompanhou a administração do prefeito Paulo Ribeiro, Olívio Junqueira, Joaquim Amado Veio Quevedo (duas gestões), Wanderley Bocchi, Ademir Borssato (duas gestões), Luiz Gonzaga Vieira de Camargo (duas gestões) e agora escreve a biografia do prefeito José Manoel Correa Coelho (Manu). Em 1975, Tatuí contava com uma população de 42 mil habitantes, sendo 8 mil na zona rural. Época em que o município contava com pouca infraestrutura e um novo setor produtivo de indústrias começava a despontar. A cidade contava com a infeliz experiência das indústrias têxteis, que durante décadas absorvia o contingente de trabalhadores da cidade. Estas entravam em solvência e Tatuí definia um novo perfil de trabalhador no cotidiano da cidade. A Avenida Pompeo Reali era o local de reunião de centenas de homens, mulheres e até crianças. Nas primeiras horas da manhã, caminhões arrebanhavam estes trabalhadores, chamados popularmente de “bóias frias”. Denominação dada pelo fato de levarem marmitas e comerem a comida fria. A falta de oportunidade de empregos na cidade, fazia com que estas pessoas  trabalhassem nas plantações e colheitas, na zona rural. Na época, era realidade a Concha Acústica, o Centro Esportivo “Major Magalhães Padilha”, na Praça da Matriz funcionava uma fonte luminosa, depois transformada em coreto. Aliás, esta praça sempre foi a preocupação dos governantes municipais. Ali tirava-se fonte, colocava-se coreto e vice-versa. Outras praças centrais, que até hoje nunca ninguém ousou implementar mudanças, são as praças Paulo Setúbal, da Escola Barão de Suruí e Martinho Guedes, conhecida como praça do pinheirão. Ela até hoje  conserva o verde predominante no calçamento, a cor oficial do prefeito Olívio Junqueira, último a reformá-la em sua primeira gestão (1956/59). Outro grave problema afetava a cidade. Em 1975, a população padecia com a consequência de um  inadequado serviço de fornecimento de água e a coleta de esgoto só existia nas ruas centrais, por obra e visão de Alberto do Santos, prefeito de Tatui entre 1952 e 1955. Em 1976, o Jornal Integração publica uma notícia alvissareira. O prefeito Paulo Ribeiro entrega o município aos cuidados da Sabesp. Promessas de grandes investimentos e instalação de  uma grande represa no Rio Tatuí, que garantiria fornecimento de água até o ano 2.030, faziam parte do pacote de melhoramentos. Nestes 38 anos de circulação, o jornal também registrou  o pujante progresso experimentado pelo município em todos os setores. De um mundo mais lento, para o advento da informática, tudo começa a se transformar em Tatuí e outras cidades da região. Novas indústrias, grandes magazines e a união de comerciantes para transformar o município em pólo regional de compras começam a desenhar um novo modelo de desenvolvimento. Hoje, Tatuí conta com 110 mil habitantes e seu eixo econômico se deslocou para outros setores. O comércio, a indústria e o setor de serviços criam novas oportunidades. Mas, ainda há muito a se fazer. E, para esta realidade, a cidade deve contar com administradores honestos e probos, que se identifiquem apenas com o desenvolvimento e não interesses escusos. Tudo mudou neste lapso de tempo, entre o lançamento deste periódico até os dias atuais. O Jornal Integração surgiu na véspera da data em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Para saudá-lo, por ocasião de sua fundação, ninguém melhor que um religioso e identificado com os ideais cristãos. O escolhido foi Frei Timóteo, o Monge de Porangaba, na época com 65 anos.  Em carta enviada à redação, com  palavras alentadoras, Frei Timóteo abençoou  o semanário. Disse o franciscano, à época: “O nosso interior se ressente da falta de comunicadores sociais preparados intelectual, cívica e moralmente para as grandes batalhas que se travam na formação de nossa cultura, continuando a civilização brasileira. Era justo que a terra natal de Paulo Setúbal, Chiquinha Rodrigues, Maurício Loureiro Gama e outros expoentes da nossa cultura fosse escolhida para lançamento do Jornal Integração”.

Jornal se faz com ideias

Thomaz Jefferson (1743-1826), terceiro presidente dos Estados Unidos, disse que “se tivesse que decidir se devemos ter um governo sem jornais, ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último”. Durante seus 38 anos de trajetória, o Jornal Integração sempre contou com uma equipe de colaboradores. São pessoas que gostam de externar seus pensamentos e levar sua contribuição cultural à comunidade. Este semanário sempre foi um veículo transformador das palavras em ideias, das ações em reações e nunca transigiu em sua nobre missão de dar a palavra para todos aqueles que querem ser ouvidos. O semanário teve o privilégio de contar em seu quadro de colaboradores com articulistas e cronistas de escol. Alexandre Milani Filho (o Irmão Cleófas), Maurício Loureiro Gama, José Celso de Mello (poeta e articulista), dr. Nelson Marcondes do Amaral e muitos outros expoentes da cultura tatuiana fazem parte da história deste jornal.

Partícipes da história do jornal

Levar avante um jornal de interior sempre foi  tarefa difícil e, na gíria das redações, as pessoas que se atrevem neste mister são consideradas “carregadores de pedras”. Fica aqui um registro histórico de pessoas que batalharam para levar avante os ideais da imprensa do interior. O editor José Reiner Fernandes, jornalista Aideé Maria Rodrigues Fernandes, nossos colaboradores Shisue Shimizu,  jornalista Rogério Lisboa, administrador Renê Fernandes e tantos outros que compõem nossa equipe. E também contam com o reconhecimento deste semanário, o ministro Celso de Mello, que desde a primeira edição acompanha o “Integração”, em todos seus momentos. Advogado José Rubens do Amaral Lincoln, pelas infindáveis noites sem dormir, para garantir a liberdade de imprensa e a livre expressão. Professor Acassil José de Oliveira Camargo, jornalista Chico Lang, Ivan Gonçalves e Roberto Antonio Carlessi, já falecido, por acreditarem e contribuir para que o Jornal Integração se tornasse realidade. E, finalmente,  aos nossos leitores, assinantes e anunciantes que tanto contribuem para garantir a longevidade deste semanário.

Destaques de 31 de Maio de 2013

maio 30, 2013

Exclusivo Online

– LIBERDADE DE IMPRENSA –

STF MANTÉM SENTENÇA FAVORÁVEL AO JORNAL INTEGRAÇÃO

Ministra Cármen Lúcia - foto Carlos Humberto, STF.

Ministra Cármen Lúcia – foto Carlos Humberto, STF.

Dia 2 de maio, em decisão prolatada no Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Carmen Lúcia negou seguimento a um recurso impetrado por Henrique Autran Dourado, diretor do Conservatório de Tatuí, e manteve sentença favorável ao Jornal Integração e ao jornalista José Reiner Fernandes, exarada no Colégio Recursal de Itapetininga.

Dr. José Rubens do Amaral Lincoln, professor de Direito Constitucional, defendeu a garantia da liberdade de imprensa ao Jornal Integração, desde a inicial, em Tatuí, até o Recurso Extraordinário, no STF, em Brasília.

Dr. José Rubens do Amaral Lincoln, professor de Direito Constitucional, defendeu a garantia da liberdade de imprensa ao Jornal Integração, desde a inicial, em Tatuí, até o Recurso Extraordinário, no STF, em Brasília.

No Juizado Especial Cível de Tatuí, o jornal e o jornalista foram condenados a pagar R$ 18.600,00 por supostas ofensas ao diretor do Conservatório. Este episódio ocorreu quando o maestro Antonio Carlos Neves Campos foi demitido, por telefone, do cargo de Diretor Artístico da instituição e antigos professores, que mantinham a boa tradição musical da escola, perderam seus cargos.

No corpo do acórdão do Recurso Extraordinário Com Agravo 647.749, a ministra Carmen Lúcia transcreve a decisão prolatada no Colégio Recursal de Itapetininga, com a íntegra dos votos favoráveis ao Jornal Integração, dos juízes Aparecido Cesar Machado e Marcelo Haddad. Esta decisão cassou a sentença do juiz Marcelo Nalesso Salmaso, do Juizado Especial Cível de Tatuí.

Relata o acórdão, publicado no dia 16 de maio, no site do Supremo Tribunal Federal, que “o recorrido é Diretor Executivo da entidade que administra o Conservatório Dramático de Musical ‘Dr. Carlos de Campos’ de Tatuí, instituição internacionalmente reconhecida pela excelência de seus trabalhos, prestados a toda a população. Para tanto, gere verbas públicas repassadas pela Secretaria de Estado da Cultura. Nesse papel, com a devida vênia, não há como se negar que exerce função pública de alta relevância para a coletividade, sujeita à fiscalização de toda a sociedade, inclusive dos órgãos de imprensa, a quem são assegurados o direito à crítica, desprovida do ânimo da calúnia, difamação e injúria”. Segue ainda o acórdão que “fica claro nos textos destacados que os recorrentes preferiam que continuasse à frente da Instituição um tatuiano, assim como que permanecessem em seus cargos antigos professores. Esta opinião, a despeito do caráter legitimamente cívico ou meramemente bairrista e pessoal, não implica em atingimento à honra do recorrido, nascido em outra cidade”.

A ministra Carmen Lúcia sentencia que “Examinados os elementos havidos no processo, DECIDO. Razão jurídica não assiste ao Agravante (Henrique Autran Dourado)”. E a ministra fundamenta o Recurso Extraordinário com acórdãos da relatoria dos ministros Luiz Fux, Ellen Gracie, Joaquim Barbosa, Cesar Peluso, três acórdãos de sua própria relatoria, artigo 544, parágrafo 4º, Inciso I, do Código de Processo Civil e artigo 21, parágrafo 1º, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. A decisão transitou em julgado e não cabe mais nenhum recurso ao diretor executivo do Conservatório.

Principais notícias desta edição

STF MANTÉM DECISÃO FAVORÁVEL AO JORNAL INTEGRAÇÃO

MORREM DOIS ÍCONES DE LIBERDADE DE IMPRENSA

GRIPE H1N1: SECRETÁRIOS CONFIRMA NOVOS CASOS EM TATUÍ

NA ESCURIDÃO, UMA LUZ SE ACENDE, CRÔNICA DE JOSÉ RIGOLÃO

DESTAQUES ECONÔMICOS, POR ANTONIO JOSÉ MARTINS

COLUNA FILATÉLICA, POR CARLOS ROBERTO FAVARÃO

PALAVRAS CRUZADAS

TATUÍ E SUA HISTÓRIA (JORNAL RIDENDO 7-6-1925)

VEREADORES APROVAM CRÉDITO SUPLEMENTAR DE TRÊS MILHÕES

GONZAGA E MOREIRA DISCUTEM DESENVOLVIMENTO REGIONAL

VEREADOR COMEMORA PROIBIÇÃO DE RODEIOS EM ITAPETININGA

CÂMARA APROVA REAJUSTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO

PALESTRA DO SEBRAE ORIENTA SOBRE CAPITAL DE GIRO

PROJETO “TOM NATURAL” RETOMA APRESENTAÇÕES EM TATUÍ

ESCOLA SELECIONA PROFESSORES

FALECIMENTOS

JOVENS DE TATUÍ SE PREPARAM PARA JORNADA DA JUVENTUDE

EUROPARK ORGANIZA FESTA DE LOUVOR A SANTO ANTONIO

COMUNIDADES PROMOVEM FESTAS A SÃO JOÃO BATISTA

SESI DE TATUI MINISTRA CURSO DE RECEITAS JUNINAS

TATUIANO LANÇA LIVRO DE EMPREENDEDORISMO

COLUNA GENTE (FOTOS E FATOS SOCIAIS)

COLUNA POLICIAL

CANAL 1, NOTAS DE TV POR FLÁVIO RICCO

COLUNA DE ESPORTES

PARCERIA E INVESTIMENTOS, ARTIGO DE MARCOS CINTRA

GÁS NATURAL DEVERÁ INVESTIR EM TATUÍ

GUARDIN ANUNCIA NOVA UNIDADE NO MUNICÍPIO

FUNDO SOCIAL GANHA NOVO KIT PARA PADARIA ARTESANAL

CONVÊNIO PREVÊ CONSTRUÇÃO DE FOSSAS BIODISGETORAS

PREFEITURA CONCLUI REFORMAS NA UBS DO BAIRRO CONGONHAL

ASSANTANTES FAZEM “ARRASTÃO” EM RESTAURANTE EM TATUÍ

NOVELAS

NOTAS E NOTÍCIAS

CLASSIFICADOS

MOSTRA DE ARTES CÊNICAS MOVIMENTA A QUADRA

SINDICATO RURAL CADASTRA PRODUTORES PARA COMBATER JAVALIS

INTEGRAÇÃO NAS EMPRESAS

MATÉRIAS OFICIAIS (Editais da Prefeitura de Tatuí, Fórum da Comarca, balancetes da Casa de Apoio ao Irmão de Rua São José e Associação Recanto Betel e editais de casamentos do Cartório de Registro Civil de Tatuí.)


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