Postagem 23/10/2026 – 16h30
O nosso voto representará um veto aos que conspiram contra a Constituição e a democracia. Será a expressão soberana de uma cidadania que conhece o valor da liberdade e que recusa entregar o destino da República aos que pretendem submeter as instituições aos seus interesses e ambições.
O sufrágio traduz, nesse contexto, um compromisso com a preservação das conquistas democráticas, com o respeito ao pluralismo e com a defesa de uma ordem política em que todos, inclusive os governantes, se submetam à autoridade da Constituição.
Que as urnas afirmem, com a força serena da vontade popular, a nossa resistência a qualquer projeto de poder que ameace os direitos fundamentais, comprometa a independência das instituições ou transforme adversários em inimigos a serem silenciados.
A legitimidade conferida pelo voto impõe limites e responsabilidades: nenhuma vitória eleitoral autoriza o arbítrio, nenhuma maioria pode abolir a liberdade e nenhum governante se eleva acima da Lei Fundamental.
Defender a democracia pelo voto é assumir, perante as gerações presentes e futuras, o dever de impedir que o poder volte a converter-se em instrumento de opressão.
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BISPO DA DIOCESE DE ITAPETININGA ASSINA CARTA DA CNBB
Dom Luis Antônio Ricci, Bispo de Itapetininga, assina carta da CNBB, orientando os católicos a não votar em candidato que defende:
1- Armamento da população.
2- Não defende a soberania nacional, mas a entrega das riquezas nacionais aos americanos.
3- Não defende os interesses do bem comum.
4- Não defende os valores da democracia.
5- Não defende a ecologia.
6- Não defende a dignidade do trabalhador e do trabalho.
7- Candidato que afirma que a tortura pode ser justificada, além de sua família fazer homenagem ao Coronel Brilhante Ustra, torturador na ditadura militar.
A CNBB orienta os católicos a NÃO VOTAR nesse candidato.
LEIA A INTEGRA DA CARTA NO SITE DA CNBB
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