EDIÇÃO 2275 – 13-4-2024
Fui vereador em Itu/SP, membro da deputação paulista às cortes gerais e extraordinárias da Nação Portuguesa (1821/1822) , Senador do Império, Ministro da Justiça da Regência Trina Permanente adversário político de José Bonifácio de Andrada e Silva, tanto na Província de São Paulo quanto em âmbito nacional . Fui defensor da tese da Abolição do Celibato Elerical. Fui um dos líderes da Revolução Liberal de 1842 na Província de São Paulo. Afinal, QUEM SOU EU?
RESPOSTA DA EDIÇÃO 2274 – 6-4-2024
Jânio da Silva Quadros – Nasceu em Campo Grande, dia 25 de janeiro de 1917 e faleceu em São Paulo, em 16 de fevereiro de 1992). Assinava Janio Quadros (sem acento e aceito), foi advogado, professor, letrólogo e político brasileiro. Prefeito e governador de São Paulo nos anos 1950. Em seguida, foi o 22.º presidente do Brasil, entre 31 de janeiro de 1961 e 25 de agosto de 1961, data em que renunciou ao seu mandato.
Em 1985, elegeu-se novamente prefeito de São Paulo dessa vez pelo PTB, tomando posse em 1 de janeiro de 1986, tendo sido este o seu último cargo eletivo. Jânio Quadros utilizou-se da imagem de combate à corrupção durante toda a sua carreira política, tendo a vassoura como símbolo. Porém, no final da sua vida, enfrentou acusações de corrupção.
Em 1947, foi eleito vereador com 1.707 votos na cidade de São Paulo pelo Partido Democrata Cristão (o mesmo partido do jovem André Franco Montoro, a quem enfrentaria em uma eleição estadual 35 anos depois). Por ocasião da cassação (por determinação geral do então presidente Eurico Gaspar Dutra) dos mandatos dos vereadores ex-membros do Partido Comunista Brasileiro (o qual havia tido, em 7 de maio de 1947, seu registro cassado), então integrantes do (e eleitos pelo) Partido Social Trabalhista e chamados “Candidatos de Prestes”, alguns suplentes de vereadores foram elevados ao cargo de vereador. É altamente difundida a versão de que Jânio teria recebido assim a posição de vereador. No entanto, constata-se que ele havia sido um dos três vereadores já originalmente eleitos pelo PDC, sendo que um quarto (Yukishigue Tamura) elegera-se suplente e tornou-se vereador por conta das cassações do PST. Na ocasião ficou conhecido como o maior autor de proposições, projetos de lei e discursos de todas as casas legislativas do país no período, assinando ainda a maior parte das propostas e projetos considerados favoráveis à classe trabalhadora. Na sequência foi consagrado como o deputado estadual mais votado do Estado de São Paulo, com mandato entre 1951 e 1953. A 27 de janeiro de 1952 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo de Portugal.
Rápida ascensão política – Jânio chegou à presidência da República de forma muito veloz. Em São Paulo, exerceu sucessivamente os cargos de vereador, deputado, prefeito da capital e governador do estado. Tinha um estilo político exibicionista, dramático e demagógico. Conquistou grande parte do eleitorado prometendo combater a corrupção e usando uma expressão por ele criada: varrer toda a sujeira da administração pública. Por isso o seu símbolo de campanha era uma vassoura.
Foi eleito presidente em 3 de outubro de 1960, pela coligação PTN-PDC-UDN-PR-PL, para o mandato de 1961 a 1965, com 5,6 milhões de votos — a maior votação até então obtida no Brasil — vencendo o marechal Henrique Lott de forma arrasadora, por mais de dois milhões de votos. Porém não conseguiu eleger o candidato a vice-presidente de sua chapa, Milton Campos (naquela época votava-se separadamente para presidente e vice). Quem se elegeu para vice-presidente foi João Goulart, do Partido Trabalhista Brasileiro. Os eleitos formaram a chapa conhecida como chapa Jan-Jan.
Assumiu a presidência (pela primeira vez a posse se realizava em Brasília) em 31 de janeiro de 1961. Embora tenha feito um governo curtíssimo — que só durou sete meses — pôde, nesse período, traçar novos rumos à política externa e orientar, de maneira singular, os negócios internos. A posição de Cuba nas Américas após a vitória de Fidel Castro mereceu sua atenção, Comenta Hélio Silva em A Renúncia: Foi em seu Governo, breve mas meteórico, que se firmaram diretrizes tão avançadas que, muitos anos passados, voltamos a elas, sem possibilidade real de desconhecer as motivações que as inspiraram. Para combater a burocracia, tomou emprestado a Winston Churchill — que usara o método durante a Guerra — o hábito de comunicar-se com ministros e assessores diretamente por meio de memorandos — apelidados pela imprensa oposicionista de os bilhetinhos de Jânio — os quais funcionário ou ministro algum ousava ignorar. Adquirira esse hábito, que causou estranheza a alguns conservadores — e era até objeto de chacotas da oposição — no governo de São Paulo. Um mestre inato da arte da comunicação, Jânio, no intuito de se manter diariamente na “ribalta”, utilizava factoides como a proibição do maiô e biquíni nos concursos de miss, a proibição das rinhas de galo, a proibição de lança-perfume em bailes de carnaval, e a tentativa de regulamentar o carteado, todas estas em vigor até hoje. (Texto da Wikipédia).



