EDIÇÃO 2283 – 15-6-2024

         Fui filósofo, pensador e escritor. Reconhecido por importante prêmio na área de comunicação. Fiz séria advertência sobre os abusos que podem ocorrer nas redes sociais. Reconhecido mundialmente e citado por importantes autores. Afinal, quem sou eu?

RESPOSTA DA EDIÇÃO 2282 – 8-6-2024

         Francisco José Lang Fernandes de Oliveira (Chico Lang) -Se formou em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Começou sua carreira ao lado dos jornalistas José Reiner Fernandes e Roberto Antonio Carlessi, na fundação do Jornal Integração, em Tatuí, interior de São Paulo. Logo em seguida entrou para o jornal paulistano Notícias Populares, como repórter policial em 1976. No mesmo periódico, também passou pelas editorias geralsaúde e esportes, na qual especializou-se. O editor-chefe do jornal era Ebrahim Ramadan e o de esportes era Dalmo Pessoa.

         Posteriormente, em 1979, Chico passou pelo jornal Folha da Tarde, onde desempenhou as funções de redator, repórter especial, subeditor, editor de esportes, editor de polícia e secretário de redação. Ali conheceu Carlos Brickmann, editor-chefe da publicação, que o convenceu a ser colunista esportivo, nascendo daí a seção Bola Solta.

         Entre muitas polêmicas protagonizadas por Chico Lang, houve uma envolvendo o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna. Lang o chamava de “pé de chumbo”, “motorista louco”, “irresponsável do volante”, entre outros adjetivos. A reação do público foi surpreendente. Milhares de cartas eram recebidas semanalmente a favor de Senna e contra Lang. Um dia um leitor chegou a invadir a redação do jornal buscando “acertar as contas” com o jornalista.

         Em 1990, Chico fez parte de um pool entre a Folha da Tarde e a Folha de S.Paulo para cobrir a Copa do Mundo daquele ano na Itália. No retorno ao Brasil, ingressou no jornal A Gazeta Esportiva. Como repórter especial acompanhou a Seleção Brasileira em 1991 e 1992, em todos os amistosos disputados pela equipe, então dirigida pelo técnico Paulo Roberto Falcão.

         A pedido do então presidente da Fundação Cásper Líbero, Constantino Cury, Lang integrou-se também à equipe de esportes da TV Gazeta, comandada por Roberto Avallone. Formou-se, então, o que alguns analistas consideram a mais polêmica dupla de apresentadores de programas esportivos do País (pelo fato de Lang ser corintiano e Avallone, palmeirense). Certa vez, Lang quase chegou a ser assassinado por torcedores do Corinthians que o confundiram com Avallone, no estacionamento do Morumbi; por sorte, o apresentador Raul Gil estava no local e chegou a tempo de desfazer a confusão.

         O programa Mesa Redonda chegou, em 1993, a ultrapassar a Rede Globo em audiência. Em 1997, com o afastamento de Avallone por motivo de saúde, Chico Lang assumiu o comando do programa. Em 1998, Avallone retornou e os dois voltaram a dividir a apresentação do programa. Em 2003, por indicação de Lang, Flávio Prado veio da TV Cultura para ser o âncora do programa. Em 2005, a direção da Fundação Cásper Líbero reativou a Rádio Gazeta, e Chico Lang aceitou comandar o tradicional programa da emissora, Disparada no Esporte, que tinha como coordenadora Regiani Ritter, considerada a musa do rádio esportivo brasileiro.

         Atualmente, Lang escreve colunas para as páginas eletrônicas da Gazeta Esportiva e para o jornal Expresso Popular, da cidade de Santos. Pelo primeiro desses periódicos, Lang cobriu a Copa do Mundo de 2002, realizada na Coreia do Sul e no Japão. Pelo segundo, participa da coluna Duelo de Gigantes, escrevendo às quartas-feiras e sábados. É comentarista do programa Gazeta Esportiva E Mesa Redonda, exibido pela TV Gazeta. (Fonte: Wikipédia)

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